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Segunda noite do festival dividiu o público

Arquivo Geral

21/11/2008 0h00

A segunda noite da mostra competitiva do 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB) foi marcada pela exibição do longa Filmefobia, de Kiko Goifman. Na platéia um públco maior que o dia anterior, mas menor que nas edições passadas do FBCB. Eram 21h e ainda havia ingressos na bilheteria, coisa que não acontecia nos fetivais passados. Na sala do Cine Brasília, poucos fomosos, a não ser os atores Nilo Perilo e Maria Flor.

Longa
Era nítido a espera da platéia pelo filme de Kiko Goifman. Todos queriam ver a proposta do diretor em mostrar uma ficção/documetário. Kiko apresentou seu filme como uma “loucura” e chamou sua equipe de “companhia de loucos” e gostou em saber que “tem gente chamado esse filme de documentário, e eu acho é bom”, disse o cineasta. No entanto ele ressaltou “Se esse filme fosse um documentário, eu e Jean-Claude seríamos presos”.

Jean-Claude Bernardet é o ator de FilmeFobia. Ele quem direciona a ficção que lembra muito o sadismo, onde a procura maior é a verdadeira imgem, que só se vê quando a pessoa entra em contato direto com sua fobia, segundo o filme. O longa parece que não convenceu, ao final da exibição aplausos frios e vaias se misturaram.

Curtas
A temática adolescente e seus anseios e problemas permearam os dois curtas. Marcelo Lordello, diretor do curta que abriu a noite, N° 27, subiu no palco nervoso, “Ano passado viemos ao Festival com o curta Trincheira e sabemos do que vocês são capazes”, disse  diretor se referido ao público. No fim da exibição aplausos e vaias.

O segundo curta Bruna, do brasiliense Cássio Pereira, não convenceu o público e foi vaiado no fim da exibição.


Veja aqui os destaques desta sexta-feira (21) no Festival.

Confira a crítica os filmes no Jornal de Brasília

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