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Segredos da Miss Charada

Arquivo Geral

22/02/2005 0h00

Grazielli tem uma queda especial pelos mineiros. Antes de ficar caidinha por Alan, a musa do Big Brother 5 viveu um romance com Marco Túlio, guitarrista do Jota Quest. O encontro aconteceu numa das viagens da miss para Belo Horizonte, cidade do músico. Grazielli voltou outras vezes à cidade só para encontrá-lo, mas o romance não foi adiante. Pouco antes, ela sofria outro baque. Um namorado com quem estava há cinco anos decidiu terminar tudo logo após sua terceira colocação no Miss Brasil.

“A distância atrapalhou o namoro e ele resolveu acabar. Dizia que atrapalharia sua nova vida”, diz a prima e confidente Ana Paula.

Mas a vida de Grazielli não foi só de flashes e glamour. Sua infância na cidade de Jacarezinho, Paraná, foi difícil. Seu pai, Gilmar, saiu de casa quando ela tinha 9 anos. A mãe, Cleusa, começou a sustentar a família com o trabalho de costureira. Mas Grazi nunca precisou ajudar em casa. Estudou até o segundo grau e, com 20 anos, antes de trabalhar como modelo, foi funcionária de uma loja de cosméticos durante um ano.

“Nossa vida sempre foi simples. Hoje não tiro mais de R$ 400 com as costuras num mês”, diz a mãe, Cleuza. O sonho da miss, agora, é que os pais façam as pazes, nem que seja no dia de paredão do Big Brother. “Ela sempre visita o pai, mas nós não nos falamos há 14 anos. Voltar a conviver vai ser muito difícil”, avisa Cleuza.

Até hoje, Grazielli só teve um namorado sério, com quem ficou durante cinco anos. Do romance com Marco Túlio nem sua família tomou conhecimento. Em sua cidade, nunca foi muito de sair. Gosta de ficar em casa cuidando do irmão caçula, Alexandre, de apenas 4 anos. “Ela trata o menino como se fosse um filho”, diz Cleusa.

A alegria costuma ser sua marca registrada. Até quando ia a pé para o trabalho para economizar, embaixo de muito sol, sempre era vista cantando e sorrindo. Sua personalidade é forte. E, além de sua beleza, foi ela que a levou para a terceira posição no Miss Brasil, em abril de 2004.

“O microfone falhou e ela saiu de onde estava para falar no microfone do apresentador. Todo mundo aplaudiu e aprovou sua atitude”, conta Boarnerges Gaeta, organizador do concurso. Grazielli viajou para os EUA, China e Japão, onde representou o Brasil no Miss Beleza Internacional, mas não ficou entre as 12 finalistas. Em julho do ano passado, depois do Miss Brasil, Grazielli decidiu colocar silicone nos seios.

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    Grazielli tem uma queda especial pelos mineiros. Antes de ficar caidinha por Alan, a musa do Big Brother 5 viveu um romance com Marco Túlio, guitarrista do Jota Quest. O encontro aconteceu numa das viagens da miss para Belo Horizonte, cidade do músico. Grazielli voltou outras vezes à cidade só para encontrá-lo, mas o romance não foi adiante. Pouco antes, ela sofria outro baque. Um namorado com quem estava há cinco anos decidiu terminar tudo logo após sua terceira colocação no Miss Brasil.

    “A distância atrapalhou o namoro e ele resolveu acabar. Dizia que atrapalharia sua nova vida”, diz a prima e confidente Ana Paula.

    Mas a vida de Grazielli não foi só de flashes e glamour. Sua infância na cidade de Jacarezinho, Paraná, foi difícil. Seu pai, Gilmar, saiu de casa quando ela tinha 9 anos. A mãe, Cleusa, começou a sustentar a família com o trabalho de costureira. Mas Grazi nunca precisou ajudar em casa. Estudou até o segundo grau e, com 20 anos, antes de trabalhar como modelo, foi funcionária de uma loja de cosméticos durante um ano.

    “Nossa vida sempre foi simples. Hoje não tiro mais de R$ 400 com as costuras num mês”, diz a mãe, Cleuza. O sonho da miss, agora, é que os pais façam as pazes, nem que seja no dia de paredão do Big Brother. “Ela sempre visita o pai, mas nós não nos falamos há 14 anos. Voltar a conviver vai ser muito difícil”, avisa Cleuza.

    Até hoje, Grazielli só teve um namorado sério, com quem ficou durante cinco anos. Do romance com Marco Túlio nem sua família tomou conhecimento. Em sua cidade, nunca foi muito de sair. Gosta de ficar em casa cuidando do irmão caçula, Alexandre, de apenas 4 anos. “Ela trata o menino como se fosse um filho”, diz Cleusa.

    A alegria costuma ser sua marca registrada. Até quando ia a pé para o trabalho para economizar, embaixo de muito sol, sempre era vista cantando e sorrindo. Sua personalidade é forte. E, além de sua beleza, foi ela que a levou para a terceira posição no Miss Brasil, em abril de 2004.

    “O microfone falhou e ela saiu de onde estava para falar no microfone do apresentador. Todo mundo aplaudiu e aprovou sua atitude”, conta Boarnerges Gaeta, organizador do concurso. Grazielli viajou para os EUA, China e Japão, onde representou o Brasil no Miss Beleza Internacional, mas não ficou entre as 12 finalistas. Em julho do ano passado, depois do Miss Brasil, Grazielli decidiu colocar silicone nos seios.

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