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Arquivo Geral

13/12/2003 0h00

O que têm em comum três artistas surrealistas – um espanhol, um russo e um americano – além do fato de terem revolucionado a arte e tornado-a livre e anticonvencional? Eles – Salvador Dalí, Marc Chagall e Henri Goetz – ou melhor, 45 de suas litogravuras, estarão em exposição a partir de hoje no Conjunto Cultural da Caixa na mostra Muito Além do Real.

As obras, pertencentes ao acervo de Arlette Amiel, chegaram ao Brasil em diferentes épocas por diversos colecionadores. O conjunto traça um panorama do Surrealismo, que foi o movimento artístico responsável por trazer à tona os impulsos das regiões inexploradas da mente. Isso sem citar sentimentos viscerais como loucura, alucinações, delírios e humor. O termo Surrealismo foi usado pela primeira vez em 1917. Mas a expressão, da forma com que conhecemos hoje, foi utilizada por André Breton apenas em 1924, com a publicação do Manifesto Surrealista.

O mais conhecido dos participantes da mostra, Salvador Dalí, se consagrou no desenho e na pintura desde cedo e, em 1922, ingressou na Escola de Belas Artes de Madri. Foram os anos em que teve contato com o poeta Frederico García Lorca e o cineasta Luis Buñuel, com os quais assinou diversos trabalhos.

Após concluir seus estudos em Madri e influenciar os novos debates que agitaram a arte catalã nos anos 20, Dalí foi para Paris e se juntou ao grupo de pintores e escritores surrealistas. Nessa época foram produzidas as mais significativas obras do pintor que fizeram dele um dos mais importantes representantes do Surrealismo. Em 1929 ele conhece Helena Diakonova, uma jovem russa, apelidada de Gala, que vem a ser sua modelo e sua companheira.

No começo da Segunda Guerra Mundial Salvador se instalou por alguns anos nos Estados Unidos com Gala, onde sua pintura realista e onírica teve grande repercussão. Ele escreveu livros, fez cinema, trabalhou em óperas, teatro e balé. Dalí morreu em 1989.

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    13/12/2003 0h00

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    As obras, pertencentes ao acervo de Arlette Amiel, chegaram ao Brasil em diferentes épocas por diversos colecionadores. O conjunto traça um panorama do Surrealismo, que foi o movimento artístico responsável por trazer à tona os impulsos das regiões inexploradas da mente. Isso sem citar sentimentos viscerais como loucura, alucinações, delírios e humor. O termo Surrealismo foi usado pela primeira vez em 1917. Mas a expressão, da forma com que conhecemos hoje, foi utilizada por André Breton apenas em 1924, com a publicação do Manifesto Surrealista.

    O mais conhecido dos participantes da mostra, Salvador Dalí, se consagrou no desenho e na pintura desde cedo e, em 1922, ingressou na Escola de Belas Artes de Madri. Foram os anos em que teve contato com o poeta Frederico García Lorca e o cineasta Luis Buñuel, com os quais assinou diversos trabalhos.

    Após concluir seus estudos em Madri e influenciar os novos debates que agitaram a arte catalã nos anos 20, Dalí foi para Paris e se juntou ao grupo de pintores e escritores surrealistas. Nessa época foram produzidas as mais significativas obras do pintor que fizeram dele um dos mais importantes representantes do Surrealismo. Em 1929 ele conhece Helena Diakonova, uma jovem russa, apelidada de Gala, que vem a ser sua modelo e sua companheira.

    No começo da Segunda Guerra Mundial Salvador se instalou por alguns anos nos Estados Unidos com Gala, onde sua pintura realista e onírica teve grande repercussão. Ele escreveu livros, fez cinema, trabalhou em óperas, teatro e balé. Dalí morreu em 1989.

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