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Romance sobre o afeto e a degustação

Arquivo Geral

12/04/2005 0h00

Mesmo nas mais animadas festas, muitas vezes os melhores momentos se dão na cozinha. Templo de tantos aprendizados e, originalmente, o centro de abastecimento de uma casa, esse recinto tão especial ganha contornos de mundo encantado em A Távola de Six, livro que o dublê de jornalista e arquiteto Álvaro Abreu lança hoje.

“É um romance gastronômico”, adianta o autor, “onde as coisas vão acontecendo entre amigos que se reúnem em volta de uma mesa”. Apaixonado pela arte de cozinhar – talento devidamente comprovado no Bar Brasília, do qual é proprietário –, Álvaro é prefaciado pelo compositor mineiro Fernando Brant (um dos preferidos de Milton Nascimento), que, sobre a história contada em A Távola de Six, prescreve apetitosa conclusão: “Quem entrar nesse universo vai encontrar bons argumentos para cair de boca no banquete da vida”.

Na aventura, primordialmente come-se muito bem. Toda a ação se passa em torno de uma mesa farta, onde os comensais não apenas satisfazem a seu apetite, como, também, nutrem-se do combustível maior e insubstituível para se manter em bom funcionamento: a afetividade.

“O afeto está muito mais ligado ao preparo do que à degustação”, explica o autor. Quem assistiu ao filme Como Água Para Chocolate, do mexicano Alfonso Arau, encontrará em A Távola de Six um verdadeiro deleite. “Uma pessoa que não tem coragem de enfrentar a cozinha vai passar a apreciar”, alinhava Álvaro. O banquete está servido.

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    “É um romance gastronômico”, adianta o autor, “onde as coisas vão acontecendo entre amigos que se reúnem em volta de uma mesa”. Apaixonado pela arte de cozinhar – talento devidamente comprovado no Bar Brasília, do qual é proprietário –, Álvaro é prefaciado pelo compositor mineiro Fernando Brant (um dos preferidos de Milton Nascimento), que, sobre a história contada em A Távola de Six, prescreve apetitosa conclusão: “Quem entrar nesse universo vai encontrar bons argumentos para cair de boca no banquete da vida”.

    Na aventura, primordialmente come-se muito bem. Toda a ação se passa em torno de uma mesa farta, onde os comensais não apenas satisfazem a seu apetite, como, também, nutrem-se do combustível maior e insubstituível para se manter em bom funcionamento: a afetividade.

    “O afeto está muito mais ligado ao preparo do que à degustação”, explica o autor. Quem assistiu ao filme Como Água Para Chocolate, do mexicano Alfonso Arau, encontrará em A Távola de Six um verdadeiro deleite. “Uma pessoa que não tem coragem de enfrentar a cozinha vai passar a apreciar”, alinhava Álvaro. O banquete está servido.

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