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Romance inter-racial sai vitorioso no final

Arquivo Geral

24/08/2004 0h00

Da cor do Pecado chega ao fim no próximo dia 27 com audiência digna de novela das oito. Nos últimos meses, a trama tem conseguido se aproximar dos 50 pontos de ibope. O último capítulo vai tentar fazer jus à fidelidade do público. O desaparecido Apolo (Reynaldo Gianecchini) finalmente fica cara a cara com o irmão gêmeo Paco, para felicidade de Mamuska (Rosi Campos), que consegue, assim, reunir finalmente toda a família.

Com a aproximação do final feliz, já tem gente com saudade. É o caso de Taís Araújo, que tem orgulho de ser a primeira protagonista negra de uma novela da TV Globo. Ela acredita que Da Cor do Pecado vai ficar para sempre na memória do telespectador:

“Sabíamos que seria um sucesso, mas não imaginávamos algo tão grandioso. João Emanuel Carneiro (o autor) disse no início do trabalho que esta seria uma novela da qual todo mundo iria se lembrar durante um bom tempo. E vai ser assim”, argumenta uma emocionada Taís.

No final da novela, o que todo mundo esperava acaba acontecendo: Apolo vai reaparecer, trazido por Ulisses (Leonardo Brício). Este conta que encontrou o irmão isolado numa ilha perto de Fernando de Noronha, coberto por uma manta, com aparência de indigente.

Outro esperado encontro é o de Paco e Preta, que finalmente selam o grande amor. Mas o final da história reserva algumas surpresas. A principal delas é a gravidez de Preta. Quando o menino nasce, a mãe resolve batizá-lo de Afonso, em homenagem ao falecido avô.

brigasAntes disso porém, o público vai presenciar ainda algumas brigas entre Preta e Paco. Mas como todo casal que se ama, eles terminam sempre as discussões aos beijos. Numa dessas ocasiões, o autor João Emanuel Carneiro até brinca com o romance inter-racial. Preta está reclamando de Paco enquanto o rapaz, com um sorriso nos lábios, diz: “Já tá pondo as mãos na cintura é, neguinha?” A protagonista de Da Cor do Pecado deixa a raiva de lado e, achando divertida a situação, chama o maridão de “branquinho azedo.”

Tudo também acaba bem para os outros personagens da novela. Tina (Karina Bacchi) vai dar à luz a três meninos. Na maternidade, Thor (Cauã Reymond), Dionísio (Pedro Neschling) e Abelardo (Caio Blat) caem no choro ao ver os filhos. A loura fica cercada pelos três maridos, mas não deixa passar a oportunidade de dar em cima até mesmo de Apolo, que acabara de voltar à casa dos Sardinha. Mamuska (Rosi Campos) é toda coruja e feliz do alto de seus coques.

Será na voz de Raí (Sérgio Malheiros) que termina Da Cor do Pecado. O menino, uma das gratas revelações da novela, relembra do avô, Afonso (Lima Duarte), e narra como está a vida de seus pais e dos outros que o cercam. Ao lado da namoradinha, Luísa (Tamara do Carmo Ribeiro), Raí conta que Helinho (Matheus Nachtergaele) conseguiu um mulherão, que nada mais é do que o espírito de Zuleide (Vanessa Gerbelli). O menino lembra ainda do “irmão“, Otávio (Felipe Latgé), que, mesmo longe, vivendo com o pai, Kaíke (Tuca Andrada), permanece bem perto, em seu coração.

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    Com a aproximação do final feliz, já tem gente com saudade. É o caso de Taís Araújo, que tem orgulho de ser a primeira protagonista negra de uma novela da TV Globo. Ela acredita que Da Cor do Pecado vai ficar para sempre na memória do telespectador:

    “Sabíamos que seria um sucesso, mas não imaginávamos algo tão grandioso. João Emanuel Carneiro (o autor) disse no início do trabalho que esta seria uma novela da qual todo mundo iria se lembrar durante um bom tempo. E vai ser assim”, argumenta uma emocionada Taís.

    No final da novela, o que todo mundo esperava acaba acontecendo: Apolo vai reaparecer, trazido por Ulisses (Leonardo Brício). Este conta que encontrou o irmão isolado numa ilha perto de Fernando de Noronha, coberto por uma manta, com aparência de indigente.

    Outro esperado encontro é o de Paco e Preta, que finalmente selam o grande amor. Mas o final da história reserva algumas surpresas. A principal delas é a gravidez de Preta. Quando o menino nasce, a mãe resolve batizá-lo de Afonso, em homenagem ao falecido avô.

    brigasAntes disso porém, o público vai presenciar ainda algumas brigas entre Preta e Paco. Mas como todo casal que se ama, eles terminam sempre as discussões aos beijos. Numa dessas ocasiões, o autor João Emanuel Carneiro até brinca com o romance inter-racial. Preta está reclamando de Paco enquanto o rapaz, com um sorriso nos lábios, diz: “Já tá pondo as mãos na cintura é, neguinha?” A protagonista de Da Cor do Pecado deixa a raiva de lado e, achando divertida a situação, chama o maridão de “branquinho azedo.”

    Tudo também acaba bem para os outros personagens da novela. Tina (Karina Bacchi) vai dar à luz a três meninos. Na maternidade, Thor (Cauã Reymond), Dionísio (Pedro Neschling) e Abelardo (Caio Blat) caem no choro ao ver os filhos. A loura fica cercada pelos três maridos, mas não deixa passar a oportunidade de dar em cima até mesmo de Apolo, que acabara de voltar à casa dos Sardinha. Mamuska (Rosi Campos) é toda coruja e feliz do alto de seus coques.

    Será na voz de Raí (Sérgio Malheiros) que termina Da Cor do Pecado. O menino, uma das gratas revelações da novela, relembra do avô, Afonso (Lima Duarte), e narra como está a vida de seus pais e dos outros que o cercam. Ao lado da namoradinha, Luísa (Tamara do Carmo Ribeiro), Raí conta que Helinho (Matheus Nachtergaele) conseguiu um mulherão, que nada mais é do que o espírito de Zuleide (Vanessa Gerbelli). O menino lembra ainda do “irmão“, Otávio (Felipe Latgé), que, mesmo longe, vivendo com o pai, Kaíke (Tuca Andrada), permanece bem perto, em seu coração.

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