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Robô ajuda em cirurgia em hospital do Rio

Arquivo Geral

07/10/2004 0h00

Tem robô na cirurgia. Na semana passada cinco cirurgias foram feitas com o uso de um robô, que substitui médicos auxiliares, no Hospital do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O que tem auxiliado, segundo o especialista em gastroenterologia Ricardo Zórron, na redução do tempo da intervenção e do risco de infecções.

Desenvolvido com tecnologia da Nasa, a agência espacial americana, o robô Aesop (sigla para Automated Endoscopic System for Optimal Positioning) é um braço mecânico com uma microcâmera acoplada, que se movimenta de acordo com as instruções do cirurgião.

O reconhecimento da voz é feito por meio de um chip anexado ao equipamento, avaliado em US$ 140 mil e cedido ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, o Fundão, pela firma H. Strattner.

“Ele foi criado para ser usado em naves espaciais e, depois, aperfeiçoado para ser usado na Medicina”, explicou o cirurgião Zorrón, 42 anos, do Serviço de Cirurgia do Hospital do Fundão.

Segundo o médico, a videocirurgia robótica, por ser menos invasiva, já que realizada com incisões menores do que as tradicionais, também permite uma recuperação mais rápida do paciente. E ainda diminui os riscos de infecção hospitalar.

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    07/10/2004 0h00

    Tem robô na cirurgia. Na semana passada cinco cirurgias foram feitas com o uso de um robô, que substitui médicos auxiliares, no Hospital do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O que tem auxiliado, segundo o especialista em gastroenterologia Ricardo Zórron, na redução do tempo da intervenção e do risco de infecções.

    Desenvolvido com tecnologia da Nasa, a agência espacial americana, o robô Aesop (sigla para Automated Endoscopic System for Optimal Positioning) é um braço mecânico com uma microcâmera acoplada, que se movimenta de acordo com as instruções do cirurgião.

    O reconhecimento da voz é feito por meio de um chip anexado ao equipamento, avaliado em US$ 140 mil e cedido ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, o Fundão, pela firma H. Strattner.

    “Ele foi criado para ser usado em naves espaciais e, depois, aperfeiçoado para ser usado na Medicina”, explicou o cirurgião Zorrón, 42 anos, do Serviço de Cirurgia do Hospital do Fundão.

    Segundo o médico, a videocirurgia robótica, por ser menos invasiva, já que realizada com incisões menores do que as tradicionais, também permite uma recuperação mais rápida do paciente. E ainda diminui os riscos de infecção hospitalar.

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