Menu
Promoções

Respeito é bom

Arquivo Geral

04/06/2005 0h00

A liberdade do cidadão brasileiro é algo previsto e resguardado pela Constituição. Ninguém, por exemplo, é forçado a aceitar ou concorrer a cargos neste País, que exijam contato, direto ou indireto, com o público. É uma questão de livre escolha do cidadão. Nisso se incluem as nossas autoridades, como a classe política em geral, e também outros importantes setores da sociedade. Um desses casos é o treinador do selecionado de futebol, o sr. Carlos Alberto Parreira, que só está lá, desempenhando tais funções, porque aceitou o convite a ele feito por alguém, muito provavelmente o presidente da CBF. Ninguém o obrigou a nada. Remunerado para isso, ele tem em contrapartida, as obrigações previstas em seu contrato, entre elas, dar explicações do seu trabalho ao torcedor brasileiro. O canal de comunicação entre essas partes é a imprensa e, particularmente, me irrita demais a forma grosseira e mal-educada que ele trata os jornalistas responsáveis pela cobertura do nosso selecionado. Ainda na quinta-feira, ao ser questionado sobre determinado assunto, em vez de responder, o treinador se achou no direito de julgar a pergunta do repórter e concluir que ela nem deveria ter sido feita. Com todo respeito, mas que autoridade tem esse senhor para agir dessa forma? É preciso desde já deixar claro que não existem perguntas malfeitas, o que há são respostas desastradas, que, aliás, é a especialidade da casa, em se tratando de seleção brasileira.

    Você também pode gostar

    Respeito é bom

    Arquivo Geral

    04/06/2005 0h00

    A liberdade do cidadão brasileiro é algo previsto e resguardado pela Constituição. Ninguém, por exemplo, é forçado a aceitar ou concorrer a cargos neste País, que exijam contato, direto ou indireto, com o público. É uma questão de livre escolha do cidadão. Nisso se incluem as nossas autoridades, como a classe política em geral, e também outros importantes setores da sociedade. Um desses casos é o treinador do selecionado de futebol, o sr. Carlos Alberto Parreira, que só está lá, desempenhando tais funções, porque aceitou o convite a ele feito por alguém, muito provavelmente o presidente da CBF. Ninguém o obrigou a nada. Remunerado para isso, ele tem em contrapartida, as obrigações previstas em seu contrato, entre elas, dar explicações do seu trabalho ao torcedor brasileiro. O canal de comunicação entre essas partes é a imprensa e, particularmente, me irrita demais a forma grosseira e mal-educada que ele trata os jornalistas responsáveis pela cobertura do nosso selecionado. Ainda na quinta-feira, ao ser questionado sobre determinado assunto, em vez de responder, o treinador se achou no direito de julgar a pergunta do repórter e concluir que ela nem deveria ter sido feita. Com todo respeito, mas que autoridade tem esse senhor para agir dessa forma? É preciso desde já deixar claro que não existem perguntas malfeitas, o que há são respostas desastradas, que, aliás, é a especialidade da casa, em se tratando de seleção brasileira.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado