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Record com novo presidente

Arquivo Geral

03/02/2005 0h00

Aconteceu o que estava previsto. Não é uma grande surpresa. Desde meados de 2004, essa mudança no alto comando da Rede Record era cogitada, mas somente agora acaba se consumando de forma oficial. Sai Dennis Munhoz, entra Alexandre Raposo. Tudo isso foi antecipado pelo Canal 1, neste mesmo espaço, o que vieram tornar inúteis insistentes desmentidos de alguns setores

da emissora. Munhoz ficou dois anos no cargo. Durante este tempo, ele contribuiu de forma decisiva no desenvolvimento da emissora. Desde a manhã da última segunda, o cargo passou a ser ocupado por Alexandre Raposo, profissional marcado por uma trajetória de 11 anos no comando de emissoras da rede, tendo sido diretor-geral de algumas delas, como a TV Itapoan – Bahia e TV Record – Rio de Janeiro. A leitura que se faz internamente é que o afastamento de Munhoz e a entrada de Raposo têm implicações simples e apenas vem ratificar a posição de Honorilton Gonçalves, que é bispo da Igreja Universal e o homem mais forte da emissora nos dias atuais. Já há algum tempo, ele tinha posições conflitantes com as do agora ex-presidente. Honorilton sempre encontrou resistência na sua defesa por investimentos mais fortes, em diferentes setores da Record. Ele entende que só assim a emissora poderá encurtar o caminho que a separa da Globo e do SBT. Isto será possível a partir de agora.

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    03/02/2005 0h00

    Aconteceu o que estava previsto. Não é uma grande surpresa. Desde meados de 2004, essa mudança no alto comando da Rede Record era cogitada, mas somente agora acaba se consumando de forma oficial. Sai Dennis Munhoz, entra Alexandre Raposo. Tudo isso foi antecipado pelo Canal 1, neste mesmo espaço, o que vieram tornar inúteis insistentes desmentidos de alguns setores

    da emissora. Munhoz ficou dois anos no cargo. Durante este tempo, ele contribuiu de forma decisiva no desenvolvimento da emissora. Desde a manhã da última segunda, o cargo passou a ser ocupado por Alexandre Raposo, profissional marcado por uma trajetória de 11 anos no comando de emissoras da rede, tendo sido diretor-geral de algumas delas, como a TV Itapoan – Bahia e TV Record – Rio de Janeiro. A leitura que se faz internamente é que o afastamento de Munhoz e a entrada de Raposo têm implicações simples e apenas vem ratificar a posição de Honorilton Gonçalves, que é bispo da Igreja Universal e o homem mais forte da emissora nos dias atuais. Já há algum tempo, ele tinha posições conflitantes com as do agora ex-presidente. Honorilton sempre encontrou resistência na sua defesa por investimentos mais fortes, em diferentes setores da Record. Ele entende que só assim a emissora poderá encurtar o caminho que a separa da Globo e do SBT. Isto será possível a partir de agora.

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