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Radioterapia em dose única

Arquivo Geral

10/11/2004 0h00

O Brasil está começando a utilizar uma nova técnica cirúrgica que promete revolucionar o tratamento do câncer de mama. A Radioterapia Intra-operatória (IORT) substitui as seis semanas de radioterapia pós-operatória, aplicando na paciente uma única sessão de 15 a 20 minutos durante a cirurgia.

Com resultado semelhante à radioterapia convencional, o método tem efeitos colaterais mínimos e irradia o local do tumor garantindo maior proteção aos órgãos e tecidos. Segundo o médico Antônio Frasson, pesquisador sênior do Instituto Europeu de Oncologia e diretor de Relações Internacionais da Sociedade Brasileira de Mastologia, a novidade é uma proposta que substitui com segurança a radioterapia externa, utilizada nos últimos 20 anos pela medicina mundial.

Para comprovar a eficácia da nova técnica, o Instituto Europeu de Oncologia, em Milão, iniciou em 2000 um estudo com 800 pacientes acima de 48 anos com tumores unifocais de tamanho inferior a 2,5 cm. Os resultados obtidos até o momento são satisfatórios, mas ainda não foram concluídos.

Proteção A radioterapia intra-operatória é realizada na própria sala de operação, após a retirada do tumor. A técnica aplica a radiação em uma única dose através de um acelerador móvel (Novac 7) na região onde se instalou o tumor.

Além de encurtar o tempo convencional das sessões de radioterapia pós-operatória, o método protege a pele, tórax, pulmão, coração e o restante de tecido glandular sadio com risco muito menor de provocar queimaduras e cicatrizes.

Antes de desenvolverem o novo método, pesquisadores descobriram que 85% dos casos de retorno da doença ocorriam na mesma região da mama. Esse fato comprovou não ser necessário irradiar toda a mama, bastando apenas aplicar no local onde o tumor se evoluiu.

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    Com resultado semelhante à radioterapia convencional, o método tem efeitos colaterais mínimos e irradia o local do tumor garantindo maior proteção aos órgãos e tecidos. Segundo o médico Antônio Frasson, pesquisador sênior do Instituto Europeu de Oncologia e diretor de Relações Internacionais da Sociedade Brasileira de Mastologia, a novidade é uma proposta que substitui com segurança a radioterapia externa, utilizada nos últimos 20 anos pela medicina mundial.

    Para comprovar a eficácia da nova técnica, o Instituto Europeu de Oncologia, em Milão, iniciou em 2000 um estudo com 800 pacientes acima de 48 anos com tumores unifocais de tamanho inferior a 2,5 cm. Os resultados obtidos até o momento são satisfatórios, mas ainda não foram concluídos.

    Proteção A radioterapia intra-operatória é realizada na própria sala de operação, após a retirada do tumor. A técnica aplica a radiação em uma única dose através de um acelerador móvel (Novac 7) na região onde se instalou o tumor.

    Além de encurtar o tempo convencional das sessões de radioterapia pós-operatória, o método protege a pele, tórax, pulmão, coração e o restante de tecido glandular sadio com risco muito menor de provocar queimaduras e cicatrizes.

    Antes de desenvolverem o novo método, pesquisadores descobriram que 85% dos casos de retorno da doença ocorriam na mesma região da mama. Esse fato comprovou não ser necessário irradiar toda a mama, bastando apenas aplicar no local onde o tumor se evoluiu.

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