Menu
Promoções

Quem ri por último ri melhor

Arquivo Geral

20/09/2005 0h00

No meio de tantos peões puro-sangue de América, Carreirinha (Matheus Nachtergaele) é o que se pode chamar de azarão. Só que para surpresa de todos, na reta final da novela, ele se transformou numa barbada, fisgando o coração da bela Conchita (Francielly Freduzeski). “Justamente Carreirinha, que é analfabeto e destrambelhado, consegue uma mulher que não é uma maria-breteira. Isso deixa o peão encantado”, comenta Matheus.

Para o ator, o que encantou Conchita foi o jeito simples do peão. “Ele é puro, ingênuo, a ponto de levar uma aliança no bolso dizendo que só precisa de uma noiva. Conchita também é uma abandonada e, de repente, é abalroada pelo amor de Carreirinha. É um final que coroa os personagens”, acredita o ator.

Matheus comenta que a trajetória de Carreirinha era uma incógnita para ele. “Não sabia o que podia acontecer com ele. Num primeiro desenho, Carreirinha era mais trágico. Era divertido, ingênuo, mas tinha um lado terrível, era alcoólatra”, diz o ator.

Sem álcool Quem começa a sentir um pouco de ciúmes do peão é Detinha (Samara Felippo), alvo predileto dos gracejos de Carreirinha. “Ela sempre desdenhou de Carreirinha, mas está louca de raiva porque as atenções dele foram para outra mulher. Perdeu o admirador”, diz Matheus.

Como o peão caiu no agrado das crianças, Matheus conta que a autora, Glória Perez, deu uma boa mudada no caminho de Carreirinha. “Ela tirou essas cenas de álcool, por causa do interesse das crianças pelo personagem. E o deixou mais engraçado, mais lúdico, um pouco chapliniano”, analisa o ator, que completa: “Carreirinha é um personagem comovente, que cativa por sua pureza, principalmente por estar numa obra popular”.

    Você também pode gostar

    Quem ri por último ri melhor

    Arquivo Geral

    20/09/2005 0h00

    No meio de tantos peões puro-sangue de América, Carreirinha (Matheus Nachtergaele) é o que se pode chamar de azarão. Só que para surpresa de todos, na reta final da novela, ele se transformou numa barbada, fisgando o coração da bela Conchita (Francielly Freduzeski). “Justamente Carreirinha, que é analfabeto e destrambelhado, consegue uma mulher que não é uma maria-breteira. Isso deixa o peão encantado”, comenta Matheus.

    Para o ator, o que encantou Conchita foi o jeito simples do peão. “Ele é puro, ingênuo, a ponto de levar uma aliança no bolso dizendo que só precisa de uma noiva. Conchita também é uma abandonada e, de repente, é abalroada pelo amor de Carreirinha. É um final que coroa os personagens”, acredita o ator.

    Matheus comenta que a trajetória de Carreirinha era uma incógnita para ele. “Não sabia o que podia acontecer com ele. Num primeiro desenho, Carreirinha era mais trágico. Era divertido, ingênuo, mas tinha um lado terrível, era alcoólatra”, diz o ator.

    Sem álcool Quem começa a sentir um pouco de ciúmes do peão é Detinha (Samara Felippo), alvo predileto dos gracejos de Carreirinha. “Ela sempre desdenhou de Carreirinha, mas está louca de raiva porque as atenções dele foram para outra mulher. Perdeu o admirador”, diz Matheus.

    Como o peão caiu no agrado das crianças, Matheus conta que a autora, Glória Perez, deu uma boa mudada no caminho de Carreirinha. “Ela tirou essas cenas de álcool, por causa do interesse das crianças pelo personagem. E o deixou mais engraçado, mais lúdico, um pouco chapliniano”, analisa o ator, que completa: “Carreirinha é um personagem comovente, que cativa por sua pureza, principalmente por estar numa obra popular”.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado