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Quem procura, acha

Arquivo Geral

30/11/2004 0h00

Lamentavelmente, nada acontece com a TV Cultura, da qual parte da programação é exibida em Brasília pela TV Nacional. Trocaram o presidente da Fundação Padre Anchieta, mas a emissora não deslancha. Pior que isso: nos dias atuais, se assemelha muito mais a uma repartição pública, tamanho o número de burocratas recrutados por essa nova administração que desfilam e sobram nos seus corredores. Não existe uma cabeça pensante que venha a determinar o rumo que a Cultura deva tomar. Faltam profissionais da área, gente que realmente entenda do assunto, que bote a mão na massa. A pasmaceira é tanta que nem o crédito do antigo diretor de programação, Walter Silveira, demitido há mais de seis meses, foi retirado do ar até agora. Dá para acreditar numa coisa dessas? Ninguém foi colocado no lugar dele, alguém que tenha experiência, comando e, principalmente, independência para trocar as peças que precisam ser substituídas. O que se verifica de bom é que os atrasados estão sendo pagos e novos equipamentos foram encomendados. É um bom sinal. Num período como o de agora, quando todos já têm suas atenções voltadas para o ano que vem, a Cultura deveria, pelo menos, ter alguém pensando numa nova programação. Isso ainda não acontece. E existem bons profissionais disponíveis no mercado, que entendem do assunto e podem encarar o desafio. É só pesquisar, que se encontra.

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    30/11/2004 0h00

    Lamentavelmente, nada acontece com a TV Cultura, da qual parte da programação é exibida em Brasília pela TV Nacional. Trocaram o presidente da Fundação Padre Anchieta, mas a emissora não deslancha. Pior que isso: nos dias atuais, se assemelha muito mais a uma repartição pública, tamanho o número de burocratas recrutados por essa nova administração que desfilam e sobram nos seus corredores. Não existe uma cabeça pensante que venha a determinar o rumo que a Cultura deva tomar. Faltam profissionais da área, gente que realmente entenda do assunto, que bote a mão na massa. A pasmaceira é tanta que nem o crédito do antigo diretor de programação, Walter Silveira, demitido há mais de seis meses, foi retirado do ar até agora. Dá para acreditar numa coisa dessas? Ninguém foi colocado no lugar dele, alguém que tenha experiência, comando e, principalmente, independência para trocar as peças que precisam ser substituídas. O que se verifica de bom é que os atrasados estão sendo pagos e novos equipamentos foram encomendados. É um bom sinal. Num período como o de agora, quando todos já têm suas atenções voltadas para o ano que vem, a Cultura deveria, pelo menos, ter alguém pensando numa nova programação. Isso ainda não acontece. E existem bons profissionais disponíveis no mercado, que entendem do assunto e podem encarar o desafio. É só pesquisar, que se encontra.

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