Um escritório bagunçado, com pilhas de arquivos espalhadas pelas mesas, máquinas de escrever supervelhas, computadores e até o tradicional cartaz com o aviso “desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela é crime de desacato”. É nesse cenário que Os Aspones está sendo gravado.
“Outro ambiente fora escritório é o Opala da estagiária, onde muita coisa vai acontecer”, completa o diretor José Alvarenga Jr.. Inicialmente serão feitos oito episódios, que irão ao ar até o Natal. “Assim como aconteceu com Os Normais, o público é que vai decidir se o programa continua depois”, diz Alexandre Machado.
“Ela dá uma de sabichona. Passa a impressão de nunca ser pega desprevenida, embora isso vá acontecer milhões de vezes”, diz Marisa Orth, tentando definir Anete. Sobre Moira, Drica Moraes fala: “Ela tem a auto-estima baixa, quer agradar e não consegue. Se alguma coisa dá errado, é com ela”. Já Pedro Paulo Rangel apresenta Caio como o mais tranqüilo do trio: “Ele entrou por concurso, não tem medo de ser mandado embora. É meio hipocondríaco e nunca se sabe bem qual é a dele”.