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Pronta para um triângulo amoroso

Arquivo Geral

16/09/2004 0h00

Se até agora ela despontou discreta na televisão, agora começa a apimentar sua performance. Em Começar de Novo (19h, Globo), Thalma de Freitas aterrissa em breve para viver um “triângulo amoroso louco”, conforme define, com os personagens de Gustavo Melo e Isabel Fillardis. Ela está na pele da personagem Elvira.

A atriz e cantora, de 30 anos, gosta de ser reticente quando perguntada sobre se já passou por situação igual fora da ficção. “Tive poucos namorados sérios”, conta. “Vivi relacionamentos abertos e aí todo mundo tinha outras pessoas. Não podia dizer que era triângulo porque não tinham só três lados, eram pelo menos quatro. Numa relação o importante é o acordo”.

Ela defende que, na vida real, não se deve esperar que as relações funcionem conforme se convencionou classificá-las. “Se alguém te interessa de alguma forma, deixe claro para ela quem é você e dê a opção dela saber se quer o mesmo que você”, ensina. Isso ajuda a evitar mágoas.

“Se você não for de coração aberto para qualquer tipo de relação, é inválido, um desgaste de energia”, opina. “Estou casada agora (com o músico francês Stéphane San Juan, seu parceiro também na Orquestra Imperial, no Rio de Janeiro) porque não tenho vontade de ficar com outra pessoa. O dia que passar essa vontade, eu aviso”.

traiçõesMas nem sempre é tão simples dizer tudo na cara. Ela que o confirme: “Já traí namorado que sabia que me traía. Não sei dizer se isso é traição. Mas foi quando eu ainda não me respeitava. Tem a ver com amor próprio, de não se permitir viver ilusão. Não nasci ontem, nem sou uma Madre Teresa de Calcutá, santa! Tudo já me aconteceu”.

De sua apregoada vivência amorosa, Thalma confessa que o pior foi ser abandonada. “Já me interessei por vários caras idiotas, mas na hora achava que eles eram legais. Sofria não por ser trocada e sim por ser deixada por ninguém. Você fica achando que o problema é com você”.

E como seria, para Thalma de Freitas, o parceiro ideal? “É destino”, resume, vaga. “Dos três namorados sérios que tive, dois eram gringos. Meu mapa astral diz isso”. À primeira vista extramemente desapegada, a atriz, nos últimos tempos, sente estar amadurecendo nos relacionamentos. Tanto que uma gravidez já começa a fazer parte de seus planos.

“Vou ser mãe, mas não é agora. Uso anticoncepcional. Quero namorar um pouco mais”. Maternidade, só na ficção. Sua personagem em Começar de Novo, Elvira, se aproxima do noivo de Eurídice (Isabel Fillardis), o delegado Moacir (Gustavo Melo), depois de ser chantageada. Tudo para proteger a filha. “Esse é o mistério dela.”

Thalma tem sido saudada como um dos destaques do elenco negro da televisão atual. Nem por isso desconhece o racismo. “Mas não dou mole, nem abaixo a cabeça”, avisa. “Meu nariz é muito em pé. Posso ser arrogante, é um tipo de defesa”. Cada um sabe a arma que precisa usar.

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    16/09/2004 0h00

    Se até agora ela despontou discreta na televisão, agora começa a apimentar sua performance. Em Começar de Novo (19h, Globo), Thalma de Freitas aterrissa em breve para viver um “triângulo amoroso louco”, conforme define, com os personagens de Gustavo Melo e Isabel Fillardis. Ela está na pele da personagem Elvira.

    A atriz e cantora, de 30 anos, gosta de ser reticente quando perguntada sobre se já passou por situação igual fora da ficção. “Tive poucos namorados sérios”, conta. “Vivi relacionamentos abertos e aí todo mundo tinha outras pessoas. Não podia dizer que era triângulo porque não tinham só três lados, eram pelo menos quatro. Numa relação o importante é o acordo”.

    Ela defende que, na vida real, não se deve esperar que as relações funcionem conforme se convencionou classificá-las. “Se alguém te interessa de alguma forma, deixe claro para ela quem é você e dê a opção dela saber se quer o mesmo que você”, ensina. Isso ajuda a evitar mágoas.

    “Se você não for de coração aberto para qualquer tipo de relação, é inválido, um desgaste de energia”, opina. “Estou casada agora (com o músico francês Stéphane San Juan, seu parceiro também na Orquestra Imperial, no Rio de Janeiro) porque não tenho vontade de ficar com outra pessoa. O dia que passar essa vontade, eu aviso”.

    traiçõesMas nem sempre é tão simples dizer tudo na cara. Ela que o confirme: “Já traí namorado que sabia que me traía. Não sei dizer se isso é traição. Mas foi quando eu ainda não me respeitava. Tem a ver com amor próprio, de não se permitir viver ilusão. Não nasci ontem, nem sou uma Madre Teresa de Calcutá, santa! Tudo já me aconteceu”.

    De sua apregoada vivência amorosa, Thalma confessa que o pior foi ser abandonada. “Já me interessei por vários caras idiotas, mas na hora achava que eles eram legais. Sofria não por ser trocada e sim por ser deixada por ninguém. Você fica achando que o problema é com você”.

    E como seria, para Thalma de Freitas, o parceiro ideal? “É destino”, resume, vaga. “Dos três namorados sérios que tive, dois eram gringos. Meu mapa astral diz isso”. À primeira vista extramemente desapegada, a atriz, nos últimos tempos, sente estar amadurecendo nos relacionamentos. Tanto que uma gravidez já começa a fazer parte de seus planos.

    “Vou ser mãe, mas não é agora. Uso anticoncepcional. Quero namorar um pouco mais”. Maternidade, só na ficção. Sua personagem em Começar de Novo, Elvira, se aproxima do noivo de Eurídice (Isabel Fillardis), o delegado Moacir (Gustavo Melo), depois de ser chantageada. Tudo para proteger a filha. “Esse é o mistério dela.”

    Thalma tem sido saudada como um dos destaques do elenco negro da televisão atual. Nem por isso desconhece o racismo. “Mas não dou mole, nem abaixo a cabeça”, avisa. “Meu nariz é muito em pé. Posso ser arrogante, é um tipo de defesa”. Cada um sabe a arma que precisa usar.

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