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Projeto reúne medalhões da viola caipira

Arquivo Geral

08/12/2005 0h00

Renato Teixeira, Rolando Boldrin, Almir Sater e Pena Branca. Todos os quatro passaram por Brasília no início do ano, devidamente acompanhados da viola caipira. Neste final de ano, eles retornam à capital federal. Porém, desta vez, todos juntos para a celebração da música interiorana promovida pelo Projeto Viola Brasileira, que ocorre hoje e amanhã, no palco do Academia Musica Hall.

Trata-se de um festival de proporções tímidas, porém, de qualidade incontestável. A noite de hoje será reservada para o extenso repertório de Renato Teixeira e os causos do experiente Rolando Boldrin. Amanhã, é a vez do carisma e voz suntuosa de Almir Sater e a moda de viola de Pena Branca (célebre por ter formado dupla com o saudoso Xavantinho).

Segundo Sater, eventos como este apontam para a força da música brasileira de raiz. “A viola está num crescendo muito grande. Ela está cavando seu próprio espaço”, assegura o violeiro, autor do clássico Chalana, que promete levar ao público alguns temas instrumentais e os grandes sucessos.

Antes de Sater, contudo, sobe ao palco o mestre Renato Teixeira, que fará, como costuma dizer, um show sem roteiro pré-estabelecido. “Não gosto de ir para o show pronto, se não fica um igual ao outro. Gosto de criar com o público, conforme vem a inspiração. Cada show é um show”, acredita. Mas ele promete que não deixará de fora os sucessos desses 30 anos de carreira, como Romaria, Cavalo Bravo e Casinha Branca (Elpídio dos Santos). O violeiro, radialista e cronista Rolando Boldrin abre para Teixeira com um espetáculo que costura moda de viola, causos do interior e clássicos da música caipira de Raul Torres, João Pacífico e Tonico e Tinoco.

Pena Branca, que abrirá para Sater amanhã, excursiona com o Grupo Viola de Nóis e não fugirá à regra. Ele vai apresentar as canções relacionadas no terceiro CD que realizou após a morte do irmão e parceiro Xavantinho.

O CD foi gravado ao vivo em Uberlândia, em 2003, com destaque para as músicas Triste Berrante (Adaulto Santos), Janela da Fazenda (Pena Branca) e Cantiga do Arco-íris (Xavantinho e Arlindo Moniz).

serviço

Viola Brasileira – Show de viola com Renato Teixeira e Rolando Boldrin (hoje) e Almir Sater e Pena Branca (amanhã), às 21h, no Academia Music Hall (Setor de Clubes Sul, Trecho 4, Academia de Tênis). Ingressos à venda nas lojas Discoteca 2001 a R$ 80 (camarote), R$ 100 (cadeira) e R$ 480 (mesa para quatro pessoas). Estudantes, idosos e doadores de 1kg de alimento não-perecível pagam meia-entrada.

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    Arquivo Geral

    08/12/2005 0h00

    Renato Teixeira, Rolando Boldrin, Almir Sater e Pena Branca. Todos os quatro passaram por Brasília no início do ano, devidamente acompanhados da viola caipira. Neste final de ano, eles retornam à capital federal. Porém, desta vez, todos juntos para a celebração da música interiorana promovida pelo Projeto Viola Brasileira, que ocorre hoje e amanhã, no palco do Academia Musica Hall.

    Trata-se de um festival de proporções tímidas, porém, de qualidade incontestável. A noite de hoje será reservada para o extenso repertório de Renato Teixeira e os causos do experiente Rolando Boldrin. Amanhã, é a vez do carisma e voz suntuosa de Almir Sater e a moda de viola de Pena Branca (célebre por ter formado dupla com o saudoso Xavantinho).

    Segundo Sater, eventos como este apontam para a força da música brasileira de raiz. “A viola está num crescendo muito grande. Ela está cavando seu próprio espaço”, assegura o violeiro, autor do clássico Chalana, que promete levar ao público alguns temas instrumentais e os grandes sucessos.

    Antes de Sater, contudo, sobe ao palco o mestre Renato Teixeira, que fará, como costuma dizer, um show sem roteiro pré-estabelecido. “Não gosto de ir para o show pronto, se não fica um igual ao outro. Gosto de criar com o público, conforme vem a inspiração. Cada show é um show”, acredita. Mas ele promete que não deixará de fora os sucessos desses 30 anos de carreira, como Romaria, Cavalo Bravo e Casinha Branca (Elpídio dos Santos). O violeiro, radialista e cronista Rolando Boldrin abre para Teixeira com um espetáculo que costura moda de viola, causos do interior e clássicos da música caipira de Raul Torres, João Pacífico e Tonico e Tinoco.

    Pena Branca, que abrirá para Sater amanhã, excursiona com o Grupo Viola de Nóis e não fugirá à regra. Ele vai apresentar as canções relacionadas no terceiro CD que realizou após a morte do irmão e parceiro Xavantinho.

    O CD foi gravado ao vivo em Uberlândia, em 2003, com destaque para as músicas Triste Berrante (Adaulto Santos), Janela da Fazenda (Pena Branca) e Cantiga do Arco-íris (Xavantinho e Arlindo Moniz).

    serviço

    Viola Brasileira – Show de viola com Renato Teixeira e Rolando Boldrin (hoje) e Almir Sater e Pena Branca (amanhã), às 21h, no Academia Music Hall (Setor de Clubes Sul, Trecho 4, Academia de Tênis). Ingressos à venda nas lojas Discoteca 2001 a R$ 80 (camarote), R$ 100 (cadeira) e R$ 480 (mesa para quatro pessoas). Estudantes, idosos e doadores de 1kg de alimento não-perecível pagam meia-entrada.

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