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Projeto Pixinguinha é alternativa na Funarte

Arquivo Geral

15/06/2005 0h00

O palco do Teatro Funarte Plínio Marcos recebe, hoje à noite, pelo Projeto Pixinguinha, o cantor e violonista da nova safra de músicos recentemente revelada nos palcos cariocas, Alfredo Del-Penho e Germano Mathias, legítimo representante do samba sincopado paulista. Completa o time desta terceira caravana do Pixinguinha a alma sertaneja do goiano Juraíldes da Cruz. O trio estará acompanhado por Ana Rabello (cavaquinho), Cassius Theperson (bateria), Fabiano Cezar (violão de 7 cordas), Joana Queiroz (clarineta), Marcos Basílio e Paulino Dias (percussão).

Essa mistura de linguagens e estilos proposta pelo Projeto Pixinguinha, revitalizado em 2005 após 15 anos de ausência dos palcos brasileiros é marca registrada desta nova edição. Na direção está a assinatura de Antonio Pedro, premiado diretor e ator de teatro, cinema e televisão, que já andou também pelas praias musicais dirigindo três shows do MPB4 (República do Peru, República de Ugunga e Jornal de Depois de Amanhã), musicais e óperas. “Este projeto é uma das coisas mais importantes que o Ministério da Cultura tem feito, desde antes da Funarte. Traz uma mistura musical muito rica que tem a ver com a mistura brasileira”, afirma o diretor. Rogério Emerson assina o desenho da luz.

Pesquisador Cantor, violonista e pesquisador musical com apenas 23 anos, Alfredo Del-Penho teve seu primeiro contato com o choro em 1998 e, desde então, passou a freqüentar tocatas e serestas. Nas rodas do famoso bar Candongueiro, em Niterói-RJ, tornou-se integrante do Grupo Unha de Gato, ao qual pertenceu até meados de 2002. Acaba de lançar pela Deckdisc, ao lado de Pedro Paulo Malta e Pedro Miranda, o disco Lamartiníadas, em homenagem a Lamartine Babo.

Germano Mathias, cantor e compositor com 50 anos de carreira, é um dos principais representantes do samba paulistano. Desde o início da carreira já gravou 20 discos. “Sambista Diferente”, Germano ganhou este título pela forma inusitada de interpretar sambas e o acompanhamento percussivo feito por tampa de lata.

Juraíldes da Cruz é um antigo conhecudo do público candango. Formado pela influência de cantigas de roda, folia de reis, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro traz a alma sertaneja, com autênticos valores da cultura regional, aprendidos na linguagem, hábitos e costumes do povo. Com mais de 20 anos de estrada, já participou de vários festivais de música, ao lado de nomes como Caetano Veloso, Elba Ramalho, Alceu Valença, Fagner e do amigo Beirão. Entre vários feitos de sua carreira está o Prêmio Sharp na categoria melhor música regional, pela música Nóis é Jeca Mais é Jóia, do disco de estréia, Lugar Seguro, em 1998.

Serviço

PROJETO PIXINGUINHA 2005 – Hoje, às 21h, no Teatro Funarte Plínio Marcos (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, atrás da Torre de TV, telefone 226-9228). 517 lugares. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada). Classificação Livre.

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    15/06/2005 0h00

    O palco do Teatro Funarte Plínio Marcos recebe, hoje à noite, pelo Projeto Pixinguinha, o cantor e violonista da nova safra de músicos recentemente revelada nos palcos cariocas, Alfredo Del-Penho e Germano Mathias, legítimo representante do samba sincopado paulista. Completa o time desta terceira caravana do Pixinguinha a alma sertaneja do goiano Juraíldes da Cruz. O trio estará acompanhado por Ana Rabello (cavaquinho), Cassius Theperson (bateria), Fabiano Cezar (violão de 7 cordas), Joana Queiroz (clarineta), Marcos Basílio e Paulino Dias (percussão).

    Essa mistura de linguagens e estilos proposta pelo Projeto Pixinguinha, revitalizado em 2005 após 15 anos de ausência dos palcos brasileiros é marca registrada desta nova edição. Na direção está a assinatura de Antonio Pedro, premiado diretor e ator de teatro, cinema e televisão, que já andou também pelas praias musicais dirigindo três shows do MPB4 (República do Peru, República de Ugunga e Jornal de Depois de Amanhã), musicais e óperas. “Este projeto é uma das coisas mais importantes que o Ministério da Cultura tem feito, desde antes da Funarte. Traz uma mistura musical muito rica que tem a ver com a mistura brasileira”, afirma o diretor. Rogério Emerson assina o desenho da luz.

    Pesquisador Cantor, violonista e pesquisador musical com apenas 23 anos, Alfredo Del-Penho teve seu primeiro contato com o choro em 1998 e, desde então, passou a freqüentar tocatas e serestas. Nas rodas do famoso bar Candongueiro, em Niterói-RJ, tornou-se integrante do Grupo Unha de Gato, ao qual pertenceu até meados de 2002. Acaba de lançar pela Deckdisc, ao lado de Pedro Paulo Malta e Pedro Miranda, o disco Lamartiníadas, em homenagem a Lamartine Babo.

    Germano Mathias, cantor e compositor com 50 anos de carreira, é um dos principais representantes do samba paulistano. Desde o início da carreira já gravou 20 discos. “Sambista Diferente”, Germano ganhou este título pela forma inusitada de interpretar sambas e o acompanhamento percussivo feito por tampa de lata.

    Juraíldes da Cruz é um antigo conhecudo do público candango. Formado pela influência de cantigas de roda, folia de reis, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro traz a alma sertaneja, com autênticos valores da cultura regional, aprendidos na linguagem, hábitos e costumes do povo. Com mais de 20 anos de estrada, já participou de vários festivais de música, ao lado de nomes como Caetano Veloso, Elba Ramalho, Alceu Valença, Fagner e do amigo Beirão. Entre vários feitos de sua carreira está o Prêmio Sharp na categoria melhor música regional, pela música Nóis é Jeca Mais é Jóia, do disco de estréia, Lugar Seguro, em 1998.

    Serviço

    PROJETO PIXINGUINHA 2005 – Hoje, às 21h, no Teatro Funarte Plínio Marcos (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, atrás da Torre de TV, telefone 226-9228). 517 lugares. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada). Classificação Livre.

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