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Produções para as crianças ganham as telas da cidade

Arquivo Geral

22/10/2005 0h00

Papais e mamães, fiquem atentos! Reservem um tempinho na agenda e o dinheiro da pipoca. De hoje a 30 de outubro, acontece em Brasília, na rede Cinemark, o 3° Festival Internacional de Cinema Infantil, que reúne 16 longas-metragens e 7 curtas de animação de 10 países. Todos dublados. “São filmes para a família inteira se deliciar”, afirma Carla Camurati, diretora do Festival, em companhia de Carla Esmeralda.

A idéia de criar o Festival no Brasil surgiu em 2002, quando Carla Camurati foi homenageada na Mostra do Cinema Brasileiro em Estocolmo. “Fiquei maravilhada com a diversidade e a qualidade dos filmes. Muitas vezes, eles não chegam ao País por questões mercadológicas”, salienta.

O resultado são produções que, por meio de diversas linguagens, abordam temas como injustiças sociais e preservação do meio ambiente. “Acho importante colocar esses assuntos em outra perspectiva com as crianças. Deve-se unir o conhecimento e o entretenimento. E o cinema contribui muito para isso”, opina a diretora carioca.

No início de cada sessão, será exibido o curta-metragem em animação A Velha a Fiar, realizado numa oficina com educadores do Projeto Correio Escola de Campinas. O filme é um clipe da canção folclórica A Velha A Fiar, inspirado na produção A Velha A Fiar, do diretor mineiro Humberto Mauro. “As crianças fizeram um desenho com uma musiquinha que anima os espectadores. Todo mundo aprende a cantar”, conta Carla Camurati.

Outro destaque é o filme Pinocchio 3000, realizado pela Espanha, França e pelo Canadá, que, apesar de contar a história de um personagem amplamente conhecido, traz novidades. “Há curiosidades como uma fada madrinha negra e um Pinocchio futurista”, adianta Anna Karina de Carvalho, coordenadora do Festival em Brasília. Anna ressalta a importância da mostra: “As crianças começam a adquirir o hábito de ir ao cinema. Além disso, podem conversar com os pais sobre os temas tratados nos filmes”, acredita.

Neste ano, o Festival homenageará o escritor Maurício de Sousa, com a exibição do Cinegibi, Um filme da Turma da Mônica, de José Márcio Nicolosi. “Poder ver o gibi na telona é muito legal. Deveria haver mais Maurício de Sousa no cinema”, afirma Carla Camurati.

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    22/10/2005 0h00

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    A idéia de criar o Festival no Brasil surgiu em 2002, quando Carla Camurati foi homenageada na Mostra do Cinema Brasileiro em Estocolmo. “Fiquei maravilhada com a diversidade e a qualidade dos filmes. Muitas vezes, eles não chegam ao País por questões mercadológicas”, salienta.

    O resultado são produções que, por meio de diversas linguagens, abordam temas como injustiças sociais e preservação do meio ambiente. “Acho importante colocar esses assuntos em outra perspectiva com as crianças. Deve-se unir o conhecimento e o entretenimento. E o cinema contribui muito para isso”, opina a diretora carioca.

    No início de cada sessão, será exibido o curta-metragem em animação A Velha a Fiar, realizado numa oficina com educadores do Projeto Correio Escola de Campinas. O filme é um clipe da canção folclórica A Velha A Fiar, inspirado na produção A Velha A Fiar, do diretor mineiro Humberto Mauro. “As crianças fizeram um desenho com uma musiquinha que anima os espectadores. Todo mundo aprende a cantar”, conta Carla Camurati.

    Outro destaque é o filme Pinocchio 3000, realizado pela Espanha, França e pelo Canadá, que, apesar de contar a história de um personagem amplamente conhecido, traz novidades. “Há curiosidades como uma fada madrinha negra e um Pinocchio futurista”, adianta Anna Karina de Carvalho, coordenadora do Festival em Brasília. Anna ressalta a importância da mostra: “As crianças começam a adquirir o hábito de ir ao cinema. Além disso, podem conversar com os pais sobre os temas tratados nos filmes”, acredita.

    Neste ano, o Festival homenageará o escritor Maurício de Sousa, com a exibição do Cinegibi, Um filme da Turma da Mônica, de José Márcio Nicolosi. “Poder ver o gibi na telona é muito legal. Deveria haver mais Maurício de Sousa no cinema”, afirma Carla Camurati.

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