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Pornô global

Arquivo Geral

08/06/2004 0h00

Os grandes produtores do cinema, teatro ou televisão sabem que a linha divisória do bom e do mau espetáculo é tênue. Imperceptível. Vai da vontade e capacidade de cada um chegar ao resultado que deseja. O “poder de tiro” da Rede Globo é algo que não merece mais ser testado. A competência dos seus profissionais levou a emissora a essa invejável liderança, que já passa de três décadas. Ninguém pode discutir seus méritos. Só que nada disso justifica o aparecimento de certas coisas, e entre elas esse famigerado Sexo Frágil. No começo do ano, até como teste junto ao público, foram apresentados alguns episódios e o telespectador reagiu da pior maneira possível. A tragédia só não foi maior porque felizmente existiam poucos programas gravados. Imaginava-se que a sua carreira terminaria por ali. Engano. Voltou e voltou pior, sem história, chato, promíscuo, apelativo e outros do gênero, tentando ser algo de vanguarda na televisão brasileira. Tem coisa mais ridícula que homem vestido de mulher? O problema é que há bons atores ali, que poderiam perfeitamente ser aproveitados de maneira mais interessante. A concepção e a realização são muito ruins e maiores que tudo. Só perde para a coragem da Globo em botar isso no ar.

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