Estréia nesta sexta-feira nos cinemas um dos filmes mais esperados do ano, o polêmico O Código Da Vinci. A trama conta a história do simbologista americano Robert Langdon e da criptologista Sophie Neveu, que após investigarem um assassinato no museu do Louvre passam a encontrar uma série de pistas escondidas nas obras de Leonardo Da Vinci, revelando uma sociedade secreta que guarda segredos de 2 mil anos, e que agora podem abalar os fundamentos da Igreja Católica.
Coberto de polêmicas sobre tudo nas recentes acusações de plágio, o livro chega adaptado para o cinema com roteiro de Akiva Goldsman e do próprio Dan Brown e direção de Ron Howard, diretor de filmes como, Luta Pela Esperança e Uma Mente Brilhante.
Além de um grande elenco com Tom Hanks, Audrey Tautou, Algred Molina, Ian McKellen e Jean Reno, Código parece ser uma fórmula pronta para o sucesso, tendo um grande público interessado, seja a legião de fãs e leitores do livro que irão conferir como ficou a adaptação para o cinema ou mesmo todas as outras pessoas que ainda não “desvendaram” o código.
A reação da imprensa após a primeira exibição no Festival de Cinema de Cannes, na última terça-feira, foi em geral negativa. A revista Variety achou a película, que custou US$ 125 milhões, “chata” e “lamentável”.
A rejeição da obra da ficção escrita por Dan Brown está no fato dela narrar que Jesus teria se casado com Maria Madalena e tido um filho com ela. A Igreja teria recorrido ao assassinato para ocultar a verdade. Grupos cristãos e o Vaticano rejeitam essa hipótese.