O labrador Sr. Quartz, que Jatobá usa como cão-guia, saiu de Brasília e foi entregue a Marcos Carnaval, para um já ir se acostumando com o outro. “Quando o Quartz chegou, tive três semanas de preparação intensa com ele, agora somos inseparáveis”, conta. E quando a novela acabar, para onde Quartz irá? “Ele é um cão-guia treinado, é preciso dá-lo para alguém que precise de verdade”, defende o ator.
“Meu desejo é criar um concurso, talvez no Faustão, depois que a novela acabar, para dar o cão a algum cego”, conta. Marcos quer alertar para um direito que a maioria das pessoas desconhece: deficientes podem se inscrever na ONG Integra, único centro de treinamento de cães-guia da América Latina, para pedir um desses animais. A instituição de Brasília é responsável pelo desenvolvimento do Projeto Cão-Guia de Cego em parceria com o Corpo de Bombeiros de Brasília.
Jatobá é mais um daqueles personagens de horário nobre que contrastam com a habitual futilidade dos demais. Ajuda a despertar a consciência social e humanitária das pessoas, por meio de apelo a um mínimo de respeito e sensibilidade com a deficiência.