Estudo desenvolvido no Canadá garante que as pessoas que aspiram à perfeição estão mais suscetíveis a ficarem doentes do que as que são mais desleixadas. Os perfeccionistas colocam tanta pressão em si mesmos que isso pode trazer problemas físicos e mentais. Segundo o jornal The Sun, estas pessoas apresentam com maior freqüência desordens alimentares, dificuldade de relacionamento e tendência ao suicídio. Os médicos desejam que com essa pesquisa o perfeccionismo seja reconhecido como uma desordem mental semelhante ao comportamento compulsivo obsessivo. Os perfeccionistas patológicos apresentam sintomas como alto grau de competitividade e incapacidade de parar de pensar nos erros cometidos. “Formas extremas de perfeccionismo devem ser consideradas doenças”, afirma Gordon Flett, pesquisador que executou o estudo em Toronto.