O sapatinho de cristal é substituído por um telefone celular e o príncipe encantado é o garoto popular do colégio no conto da Gata Borralheira do século 21. A trama ganha uma injeção de pós-modernidade e comédia no filme de Mark Rosman, A Nova Cinderela, estrelado pela emergente teen Hilary Duff.
Na produção, a jovem Sam Montgomery (Duff) sofre nas mãos de sua ricaça madastra (que passa a maior parte do tempo ocupada com botox e bronzeamento) e as meias-irmãs que lhe tratam como empregada. Muito estudiosa e pouco popular no colégio, Sam divide suas obrigações com a escola e a lanchonete onde trabalha de garçonete, atendente, faxineira e quebra-galhos.
Os dias de tortura na vida de Sam começam a chegar perto do fim quando ela vê a possibilidade de ingressar na Universidade de Princeton e conhece pela internet o que seria a perfeita descrição de seu príncipe encantado. Mas quando descobre que sua alma gêmea cibernética e anônima é seu colega de escola, o superpopular jogador de futebol americano Austin Ames (Chad Michael Murray), Sam cai na real e perde seu telefone celular na noite em que encontraria com Austin.
Com medo de ser rejeitada, Sam despista os esforços de Austin de descobrir sua identidade e faz de tudo para esquecê-lo e, principalmente, jamais encontrá-lo. Mas o rapaz pensa o contrário. Depois de encontrar o celular de Sam, ele se apaixona pela dona do aparelho e promete a si mesmo não sossegar enquanto não conseguir o amor da garota.
Hilary Duff desponta como uma das mais requisitadas atrizes adolescentes de Hollywood. Depois do seriado que rendeu o longa-metragem Lizzie McGuire – Um Sonho Popstar, estrelou a comédia Doze é Demais, ao lado de Steve Martin; e agora consegue seu espaço ao sol com A Nova Cinderela.