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Penna

Arquivo Geral

18/06/2005 0h00

O sonho é capaz de se transformar em realidade. A solidariedade entre amigos e o ilúdico são temas do espetáculo Veneza, que traz a Brasília sonhos, humor e muita emoção. A peça tem direção de Miguel Falabella e conta com um elenco de peso. As apresentações serão hoje e amanhã, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro.

A história se passa numa cidade isolada, decadente, esquecida no tempo. Veneza conta a saga de uma ex-cafetina, Gringa, que é velha, cega e dona de um prostíbulo. A personagem, interpretada pela veterana atriz Jussara Freire, não quer morrer antes de reencontrar um antigo amor italiano, em Veneza. Gringa traiu Giácomo (Ivan Parente) no passado e quer lhe pedir perdão para morrer em paz, depois de ter descoberto como o amor é importante.

Sensibilizados com a história, as três prostitutas da casa, Rita (Adriana Lessa), Madalena (Mylla Christie) e Marta (Cláudia Netto), resolvem levá-la até Veneza. A população da cidade é muito humilde e simples, e como o custo da viagem é alto. Para realizar o sonho de Gringa, as três resolvem simular a ida à cidade italiana, aproveitando da cegueira da velha, e contam com a ajuda do fiel cliente Tonho (Thiago Fragoso).

“A gente faz a platéia embarcar nesse sonho. A peça fala de amizade, é leve, para rir e se emocionar, algo que Miguel Falabella sabe fazer muito bem”, disse a atriz Mylla Christie, em entrevista ao Jornal de Brasília. Os atores e a platéia acreditam estar visitando a cidade italiana sem nunca ter saído do lugar, com a utilização de caixotes, ventiladores, tampos de mesa e outros objetos, tudo com muito humor e criatividade. “Todos acreditam estar visitando a cidade sem nunca ter saído do lugar”, explica Mylla.

Para a veterana Jussara Freire, esta é uma personagem desafiante, um dos mais densos que a atriz já interpretou, em 31 anos de carreira. “Não quis que a Gringa caísse no esteriótipo, foi difícil, mas muito prazeroso”, revelou a atriz ao JBr. Apesar de uma história trágica e de uma personagem sofredora, Jussara garante a diversão. “Sabe quando a gente escorrega numa casca de banana e todo mundo ri, e só a gente sente a dor? A peça é a mesma coisa”, compara a atriz, que deve aparecer de novo nas telinhas na próxima novela das oito da Rede Globo, Belíssima. “Tem solidariedade, uma vontade de ajudar o próximo que é comovente”, diz Jussara.

Depois de interpretar a homossexual Eleonora na novela Senhora do Destino, da Rede Globo, Mylla Christie embarca na comédia. “Foi maravilhoso aquele papel. Um trabalho incrível do Aguinaldo Silva, que soube lidar com delicadeza. Em nenhum momento tive medo da reação do público, confiei no trabalho do autor e do diretor”, explica a atriz.

A peça está em turnê pelo Brasil há quatro meses e a apresentação em Brasília marca a estréia da atriz nos palcos brasilienses. “Nunca fiz teatro na capital, espero repetir o sucesso que a peça está fazendo em todo o País, o público vai gostar”, acredita Mylla. Atualmente, a atriz estuda um convite para televisão, mas ainda não pode falar qual é.

Mas Jussara Freire contabiliza inúmeras apresentações nos palcos brasilienses. “Já estive várias vezes em Brasília e sinto que o público mudou muito, para melhor. A vontade de ver coisas boas é maior”, conclui a atriz.

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    18/06/2005 0h00

    O sonho é capaz de se transformar em realidade. A solidariedade entre amigos e o ilúdico são temas do espetáculo Veneza, que traz a Brasília sonhos, humor e muita emoção. A peça tem direção de Miguel Falabella e conta com um elenco de peso. As apresentações serão hoje e amanhã, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro.

    A história se passa numa cidade isolada, decadente, esquecida no tempo. Veneza conta a saga de uma ex-cafetina, Gringa, que é velha, cega e dona de um prostíbulo. A personagem, interpretada pela veterana atriz Jussara Freire, não quer morrer antes de reencontrar um antigo amor italiano, em Veneza. Gringa traiu Giácomo (Ivan Parente) no passado e quer lhe pedir perdão para morrer em paz, depois de ter descoberto como o amor é importante.

    Sensibilizados com a história, as três prostitutas da casa, Rita (Adriana Lessa), Madalena (Mylla Christie) e Marta (Cláudia Netto), resolvem levá-la até Veneza. A população da cidade é muito humilde e simples, e como o custo da viagem é alto. Para realizar o sonho de Gringa, as três resolvem simular a ida à cidade italiana, aproveitando da cegueira da velha, e contam com a ajuda do fiel cliente Tonho (Thiago Fragoso).

    “A gente faz a platéia embarcar nesse sonho. A peça fala de amizade, é leve, para rir e se emocionar, algo que Miguel Falabella sabe fazer muito bem”, disse a atriz Mylla Christie, em entrevista ao Jornal de Brasília. Os atores e a platéia acreditam estar visitando a cidade italiana sem nunca ter saído do lugar, com a utilização de caixotes, ventiladores, tampos de mesa e outros objetos, tudo com muito humor e criatividade. “Todos acreditam estar visitando a cidade sem nunca ter saído do lugar”, explica Mylla.

    Para a veterana Jussara Freire, esta é uma personagem desafiante, um dos mais densos que a atriz já interpretou, em 31 anos de carreira. “Não quis que a Gringa caísse no esteriótipo, foi difícil, mas muito prazeroso”, revelou a atriz ao JBr. Apesar de uma história trágica e de uma personagem sofredora, Jussara garante a diversão. “Sabe quando a gente escorrega numa casca de banana e todo mundo ri, e só a gente sente a dor? A peça é a mesma coisa”, compara a atriz, que deve aparecer de novo nas telinhas na próxima novela das oito da Rede Globo, Belíssima. “Tem solidariedade, uma vontade de ajudar o próximo que é comovente”, diz Jussara.

    Depois de interpretar a homossexual Eleonora na novela Senhora do Destino, da Rede Globo, Mylla Christie embarca na comédia. “Foi maravilhoso aquele papel. Um trabalho incrível do Aguinaldo Silva, que soube lidar com delicadeza. Em nenhum momento tive medo da reação do público, confiei no trabalho do autor e do diretor”, explica a atriz.

    A peça está em turnê pelo Brasil há quatro meses e a apresentação em Brasília marca a estréia da atriz nos palcos brasilienses. “Nunca fiz teatro na capital, espero repetir o sucesso que a peça está fazendo em todo o País, o público vai gostar”, acredita Mylla. Atualmente, a atriz estuda um convite para televisão, mas ainda não pode falar qual é.

    Mas Jussara Freire contabiliza inúmeras apresentações nos palcos brasilienses. “Já estive várias vezes em Brasília e sinto que o público mudou muito, para melhor. A vontade de ver coisas boas é maior”, conclui a atriz.

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