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Pelé, eternizado na película

Arquivo Geral

29/05/2004 0h00

Foram quase 24 anos de interrupções e filmagens picadas para Aníbal Massaíni Neto conceber, enfim, o documentário Pelé Eterno, sobre a vida e carreira do ex-jogador Edson Arantes do Nascimento, o rei Pelé. Finalizado nesta semana, Aníbal e o protagonista do filme em pessoa concederam entrevista coletiva à imprensa, na quinta-feira, no Hotel Unique, em São Paulo. O diretor falou sobre o trabalho de duas décadas até a conclusão do filme e Pelé ataca o rival argentino Diego Maradona. “Quero que ele vá ver o filme na Argentina e tire as suas conclusões sobre quem foi o melhor”, disse Pelé, aos risos.

O empresário e ex-atacante do Santos, não só autorizou a realização da cinebiografia, como participou de perto da produção. “Ficava com eles vendo teipes. Opinava sobre os vídeos e decidia se ia entrar mais gols ou mais fatos”, revelou Pelé que, apesar da grande participação, não interferiu na parte técnica do filme.

Uma das históricas cenas que será revivida nos cinemas é a polêmica expulsão de Pelé num jogo na Colômbia, quando a torcida se revoltou e conseguiu com que o juiz fosse expulso e Pelé voltasse ao campo. Pelé acrescenta que a escolha das cenas foi difícil, devido ao extenso acervo de imagens. “Foi difícil para o Aníbal escolher o que colocar. Só de gols seriam duas horas”, ressalta.

Cerca de 200 gols ficaram de fora do filme. Mas alguns, importantes, porém, não registrados, foram reconstituídos. Um deles, foi o gol de placa que Pelé fez no Estádio do Maracanã no dia 6 de março de 1961. Os cinco registros que existiam do gol foram perdidos e a equipe comandou a reconstituição com a participação de jogadores juvenis do Fluminense. O outro gol, aquele da Rua Javari, num Santos x Juventus, não teve sequer nenhum registro encontrado e foi recriado em animação gráfica.

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    29/05/2004 0h00

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    O empresário e ex-atacante do Santos, não só autorizou a realização da cinebiografia, como participou de perto da produção. “Ficava com eles vendo teipes. Opinava sobre os vídeos e decidia se ia entrar mais gols ou mais fatos”, revelou Pelé que, apesar da grande participação, não interferiu na parte técnica do filme.

    Uma das históricas cenas que será revivida nos cinemas é a polêmica expulsão de Pelé num jogo na Colômbia, quando a torcida se revoltou e conseguiu com que o juiz fosse expulso e Pelé voltasse ao campo. Pelé acrescenta que a escolha das cenas foi difícil, devido ao extenso acervo de imagens. “Foi difícil para o Aníbal escolher o que colocar. Só de gols seriam duas horas”, ressalta.

    Cerca de 200 gols ficaram de fora do filme. Mas alguns, importantes, porém, não registrados, foram reconstituídos. Um deles, foi o gol de placa que Pelé fez no Estádio do Maracanã no dia 6 de março de 1961. Os cinco registros que existiam do gol foram perdidos e a equipe comandou a reconstituição com a participação de jogadores juvenis do Fluminense. O outro gol, aquele da Rua Javari, num Santos x Juventus, não teve sequer nenhum registro encontrado e foi recriado em animação gráfica.

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