Enfim, Paulo Coelho alcança a meta de escritor que mais vendeu livros no mundo. Após chegar ao segundo lugar dos mais vendidos em 1998, com Veronika Decide Morrer, o autor carioca foi apontado, por seu recente Onze Minutos, como o mais vendido em 2003 pela revista britânica Publishing Trends, com a marca de 65 milhões de exemplares comercializados – número superior até mesmo ao fenômeno editorial Harry Potter e a Ordem da Fénix, quinto volume da série milionária de J.K. Rowling.
Paulo Coelho comemora o sucesso em sua nova residência, num antigo moinho situado no interior da França. Lá o escritor tira inspiração para a produção de seu próximo trabalho. O novo livro do “mago da literatura” já tem até título: O Zahir – palavra árabe que significa objeto ou pensamento que jamais se esquece. Coelho começou a redigir a história, porém, garante, não editará a obra antes do próximo ano.
Era de se esperar que Coelho chegasse ao topo. Ainda mais com o portifólio que reúne desde seu mais famoso título, O Alquimista. O livro de 1988, está na sexta posição dos mais vendidos do mundo até hoje. A obra, por sinal, acaba de engrossar sua lista de premiações na Grã-Bretanha, onde ultrapassou a marca de meio milhão de cópias vendidas.
O último livro do mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras, Onze Minutos, também acaba de chegar às prateleiras da Estônia e Polônia, seguindo os passos de O Alquimista, contumaz andarilho de listas de best-sellers em todo o mundo.
Com 16 livros de sucesso consolidado – o último é o infantil O Gênio e as Rosas, escrito a quatro mãos com o cartunista Mauricio de Sousa, lidera as vendas desde seu lançamento, há sete semanas – Paulo Coelho tem sua obra traduzida para 56 idiomas e distribuída para 150 países.