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Patrycia Travassos conquista o público

Arquivo Geral

24/06/2005 0h00

Ela já conquistou o público em 1991 com a vampira-drag-queen Mary Matoso, da novela Vamp. Hoje, aos 50 anos, Patrycia Travassos caiu nas graças dos telespectadores de A Lua me Disse. Segundo a autora Maria Carmem Barbosa, Geórgia, vivida pela atriz, é a personagem preferida da audiência da trama das sete – esse foi o resultado de um grupo de discussão da novela.

Patrycia, que além de interpretar já foi roteirista de programas humorísticos de grande sucesso na televisão, como TV Pirata (1988, disponível em DVD), Armação Ilimitada (1985) e Vida ao Vivo Show (1998) – além de ter integrado o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone e ser co-autora de vários sucessos das bandas Blitz e Sempre Livre, nos anos 80 –, diz não saber o motivo exato da preferência por Geórgia.

Ao contrário, diz achar curioso que uma personagem irresponsável, baladeira e bêbada seja tão popular. Mas conclui que, talvez, seja exatamente por tudo isso. “Ela tem isso de ser irresponsável, né? Os filhos é que cuidam dela. Mas ela tem uma liberdade moral que não a impede de amar nem de precisar daqueles filhos caretas. Talvez a Geórgia agrade por isso. No fundo, ela precisa da família como suporte para que possa enlouquecer à vontade”.

Na opinião da atriz, há outros aspectos da personagem que devem agradar à audiência. Para ela, grande parte desses “adoradores” de Geórgia é proveniente do público homossexual. “Eu acho que a Geórgia agrada muito aos gays porque ela é simpatizante, o melhor amigo dela é aquela bicha fina do Samovar (Cássio Scapim) e, por fim, ela extravasa tudo de ruim que acontece em sua vida com fogos de artifício. E os gays são assim, né?”, avalia.

Patrycia Travassos também atribui grande parte do sucesso de coadjuvantes como Geórgia e dona Roma (Miguel Magno) ao espaço que os autores Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa dão aos personagens secundários.

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    Patrycia Travassos conquista o público

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    24/06/2005 0h00

    Ela já conquistou o público em 1991 com a vampira-drag-queen Mary Matoso, da novela Vamp. Hoje, aos 50 anos, Patrycia Travassos caiu nas graças dos telespectadores de A Lua me Disse. Segundo a autora Maria Carmem Barbosa, Geórgia, vivida pela atriz, é a personagem preferida da audiência da trama das sete – esse foi o resultado de um grupo de discussão da novela.

    Patrycia, que além de interpretar já foi roteirista de programas humorísticos de grande sucesso na televisão, como TV Pirata (1988, disponível em DVD), Armação Ilimitada (1985) e Vida ao Vivo Show (1998) – além de ter integrado o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone e ser co-autora de vários sucessos das bandas Blitz e Sempre Livre, nos anos 80 –, diz não saber o motivo exato da preferência por Geórgia.

    Ao contrário, diz achar curioso que uma personagem irresponsável, baladeira e bêbada seja tão popular. Mas conclui que, talvez, seja exatamente por tudo isso. “Ela tem isso de ser irresponsável, né? Os filhos é que cuidam dela. Mas ela tem uma liberdade moral que não a impede de amar nem de precisar daqueles filhos caretas. Talvez a Geórgia agrade por isso. No fundo, ela precisa da família como suporte para que possa enlouquecer à vontade”.

    Na opinião da atriz, há outros aspectos da personagem que devem agradar à audiência. Para ela, grande parte desses “adoradores” de Geórgia é proveniente do público homossexual. “Eu acho que a Geórgia agrada muito aos gays porque ela é simpatizante, o melhor amigo dela é aquela bicha fina do Samovar (Cássio Scapim) e, por fim, ela extravasa tudo de ruim que acontece em sua vida com fogos de artifício. E os gays são assim, né?”, avalia.

    Patrycia Travassos também atribui grande parte do sucesso de coadjuvantes como Geórgia e dona Roma (Miguel Magno) ao espaço que os autores Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa dão aos personagens secundários.

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