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Para evitar o parto prematuro

Arquivo Geral

02/08/2004 0h00

Novidade para as gestantes na área científica. Mulheres grávidas podem ser submetidas a um teste simples para ajudar a prevenir parto prematuro prematuramente. É o que dizem os cientistas americanos da Universidade de Ciências e Saúde de Oregon.

O cientista Michael Gravett afirma que infecções envolvendo a placenta podem antecipar o parto. Pesquisadores da universidade disseram ainda no jornal da Associação Médica Americana que um teste pode detectar cedo essas infecções e tratá-las, eliminando o parto prematuro.

Segundo Gravett, nascimentos prematuros resultam na morte de 80% dos bebês nessas condições. “Descobrir um método de detectar rapidamente uma das maiores causas do parto prematuro e tratá-la pode ter um impacto muito significativo e possivelmente salvar vidas.”, esclarece.

O teste mede o padrão de “marcadores de proteína no líquido amniótico”, que envolve o bebê dentro do útero. Se uma infecção estiver presente, o padrão se mostra diferente daquele de um líquido amniótico saudável.

Os pesquisadores fizeram as primeiras experiências para verificar a validade do teste em primatas e constataram que 11 marcadores indicavam a presença de infecção.

No Brasil, a taxa de nascimentos prematuros está na casa dos 10%, número semelhante ao americano. Na Grã-Bretanha, cerca de 8% dos bebês nascem prematuramente.

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    Arquivo Geral

    02/08/2004 0h00

    Novidade para as gestantes na área científica. Mulheres grávidas podem ser submetidas a um teste simples para ajudar a prevenir parto prematuro prematuramente. É o que dizem os cientistas americanos da Universidade de Ciências e Saúde de Oregon.

    O cientista Michael Gravett afirma que infecções envolvendo a placenta podem antecipar o parto. Pesquisadores da universidade disseram ainda no jornal da Associação Médica Americana que um teste pode detectar cedo essas infecções e tratá-las, eliminando o parto prematuro.

    Segundo Gravett, nascimentos prematuros resultam na morte de 80% dos bebês nessas condições. “Descobrir um método de detectar rapidamente uma das maiores causas do parto prematuro e tratá-la pode ter um impacto muito significativo e possivelmente salvar vidas.”, esclarece.

    O teste mede o padrão de “marcadores de proteína no líquido amniótico”, que envolve o bebê dentro do útero. Se uma infecção estiver presente, o padrão se mostra diferente daquele de um líquido amniótico saudável.

    Os pesquisadores fizeram as primeiras experiências para verificar a validade do teste em primatas e constataram que 11 marcadores indicavam a presença de infecção.

    No Brasil, a taxa de nascimentos prematuros está na casa dos 10%, número semelhante ao americano. Na Grã-Bretanha, cerca de 8% dos bebês nascem prematuramente.

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