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Para entender o Classicismo

Arquivo Geral

28/08/2004 0h00

O genialismo de Beethoven e tudo o que caracterizou o período conhecido como Classicismo, não só na música como na Literatura, Arquitetura e trâmites sociais será tema da quinta palestra Novos Olhares sobre a Música, neste sábado, dia 28, às 15h, no Centro Cultural Banco do Brasil.

A aula, ministrada pelas educadoras paranaenses Liana Justus e Clarice Miranda resgata as principais características do Classicismo, período que vai de 1750 a 1830, com farto material ilustrativo, como DVD e CD, e muito bom humor. “O nosso intuito é que o aluno aprenda sem perceber que está aprendendo. Para isso, usamos muita piada e criamos uma aula simpática, o que facilita a fixação”, explica a musicista Clarice.

Ela explica a importância de entender todas as expectativas do povo daquela época para compreender a música – caracterizada por um refinado sentido de harmonia, equilíbrio de expressão e disciplina. No Classicismo, a música instrumental passa a ter mais importância que a vocal.

Na Arquitetura destacavam-se obras como o Arco do Triunfo, em Paris e o Teatro La Scala de Milão, na Itália. Na pintura, o francês David introduziu a pintura clássica em seu país, cujas características eram o formalismo na composição e exatidão nos contornos. Na Literatura, Goethe deu início à prosa alemã ao publicar Werther, em 1774. E na escultura, destacava-se o italiano Canovas.

Clarice Miranda ressalta que o grande nome da música no Classicismo foi o alemão Ludwig van Beethoven, morto em 1827 aos 57 anos. Não é à toa que o compositor, considerado o músico do milênio, é um dos mais biografados do mundo. Ainda jovem ele começou a sofrer problemas de audição o que acabou deixando-o surdo e mesmo assim criou obras belíssimas, como a 5ª e a 9ª Sinfonias. “Beethoven foi o primeiro músico a ter glória, a se impor diante da elite. Ninguém mandava nele e ainda assim, ele era muito querido. Uma multidão acompanhou seu enterro, um fato extraordinário para a época”, diz a professora.

SERVIÇO:

Novos Olhares sobre a Música com Classicismo – Hoje (sábado), às 15h no Teatro do CCBB (SCES, trecho 2). Entrada franca mediante retirada de senhas meia hora antes da palestra.

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    28/08/2004 0h00

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    A aula, ministrada pelas educadoras paranaenses Liana Justus e Clarice Miranda resgata as principais características do Classicismo, período que vai de 1750 a 1830, com farto material ilustrativo, como DVD e CD, e muito bom humor. “O nosso intuito é que o aluno aprenda sem perceber que está aprendendo. Para isso, usamos muita piada e criamos uma aula simpática, o que facilita a fixação”, explica a musicista Clarice.

    Ela explica a importância de entender todas as expectativas do povo daquela época para compreender a música – caracterizada por um refinado sentido de harmonia, equilíbrio de expressão e disciplina. No Classicismo, a música instrumental passa a ter mais importância que a vocal.

    Na Arquitetura destacavam-se obras como o Arco do Triunfo, em Paris e o Teatro La Scala de Milão, na Itália. Na pintura, o francês David introduziu a pintura clássica em seu país, cujas características eram o formalismo na composição e exatidão nos contornos. Na Literatura, Goethe deu início à prosa alemã ao publicar Werther, em 1774. E na escultura, destacava-se o italiano Canovas.

    Clarice Miranda ressalta que o grande nome da música no Classicismo foi o alemão Ludwig van Beethoven, morto em 1827 aos 57 anos. Não é à toa que o compositor, considerado o músico do milênio, é um dos mais biografados do mundo. Ainda jovem ele começou a sofrer problemas de audição o que acabou deixando-o surdo e mesmo assim criou obras belíssimas, como a 5ª e a 9ª Sinfonias. “Beethoven foi o primeiro músico a ter glória, a se impor diante da elite. Ninguém mandava nele e ainda assim, ele era muito querido. Uma multidão acompanhou seu enterro, um fato extraordinário para a época”, diz a professora.

    SERVIÇO:

    Novos Olhares sobre a Música com Classicismo – Hoje (sábado), às 15h no Teatro do CCBB (SCES, trecho 2). Entrada franca mediante retirada de senhas meia hora antes da palestra.

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