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Pai foi a maior influência

Arquivo Geral

29/01/2005 0h00

Diana Krall ficou 52 semanas na primeira posição da concorrida parada da revista Billboard e ganhou dois Grammys com o disco When I Look in your Eyes, incluindo o de “melhor performance vocal”, no início dos anos 90. Desde então, sua carreira tem sido coroada de sucessos, além do seu mais novo DVD Live at the Montreal Jazz Festival e do álbum de 2004, The Girl in the Other Room, o 18º registro de sua carreira e produzido pelo marido Elvis Costello, um dos maiores nomes do rock. Nessa turnê brasileira, Diana Krall fará um show com repertório especial, interpretando músicas dos álbuns The Girl in the Other Room e When I Look in your Eyes. Diana Krall começou a estudar piano aos 4 anos de idade. Aos 15 já tocava jazz em restaurantes de sua cidade natal. Na adolescência, ganhou uma bolsa de estudos para a conceituada Berklee College de Boston. Depois de dois anos, mudou-se para Los Angeles, onde fez os primeiros contatos com grandes nomes do jazz. Três anos mais tarde, Diana voltou ao Canadá, onde, em 1993, lançou seu primeiro disco, Stepping out, por um selo pequeno. No ano seguinte, assinou com a GRP (Verve/Impulse) e lançou Only Trust your Heart, chamando a atenção da crítica e abrindo espaço para o seu maior êxito, When I Look in your Eyes, em 1995. A cantora-pianista começou sua carreira em disco tardiamente. Ela tinha 29 anos quando lançou Stepping out, em 1993. A cantora e pianista cresceu numa família intensamente musical da costa oeste do Canadá, próximo a Vancouver. O pai era professor de piano e tocava sax em orquestras de baile. A mãe e o avô cantavam no coro da igreja e havia um tio violinista e compositor. A cantora explica que sua principal influência talvez tenha sido a enorme coleção de discos do pai. “Mas o que me marcou foi o piano de Fats Waller e Nat King Cole, além da voz de Carmen McRae”, revela. Diana lembra ter tocado Burt Bacharach, Teddy Wilson e especialmente Fats Waller. “Ele (Waller) foi uma grande descoberta pra mim. Naquele tempo, quando eu tinha 12 ou 13 anos, o musical Ain’t Misbehavin (Os Miseráveis) estava em cartaz na Broadway e Hank Jones tocou todas as partes de piano, que foram transcritas em livro. Então, eu pude praticar com essas gravações por um bom tempo”.

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