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Osteoporose masculina preocupa

Arquivo Geral

08/07/2004 0h00

Tropeçar e cair pode trazer conseqüências desagradáveis para qualquer um. Porém, quando isso acontece com uma pessoa portadora de osteoporose, a doença que enfraquece os ossos a partir dos 50 anos de idade e que normalmente ocorre em mulheres, as chances de uma fratura aumentam consideravelmente. A Osteoporose traduz-se pela diminuição de cálcio nos ossos e pela desorganização de sua estrutura, tornando-os frágeis. Mesmo sendo mais comum no sexo feminino, esse mal também atinge os homens e aí surge uma nova preocupação das autoridades sanitárias brasiuleiras.

Para conhecer a realidade da doença em pessoas do sexo masculino, o Ministério da Saúde vai investir R$ 150 mil por ano no Ambulatório de Osteoporose Masculina do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro. O ambulatório é uma iniciativa pioneira no País.

“A proposta é quantificar as vítimas da osteoporose masculina, estudar sua prevalência e tratar a doença”, observa o médico geriatra e coordenador de Projetos para Idosos do Into, Salo Buksman. O trabalho teve início em março deste ano e já atendeu mais de 500 pacientes. O coordenador explica que, no ambulatório, homens com mais de 50 anos são convidados a responder questionários para avaliação dos fatores de risco. Em seguida, são submetidos ao teste de densitometria óssea para diagnóstico da doença.

Indolor “O exame é feito em 15 minutos, é indolor e é o melhor método de diagnóstico”, observa Salo Buksman. Se for detectada a doença, o paciente passa a ser tratado no Into, gratuitamente. “Os resultados, nesse período, revelaram que existe grande número de pacientes portadores de osteopenia, estágio intermediário da doença, quando há a diminuição da massa óssea, mas ainda sem a presença da osteoporose”, conta o médico.

Os resultados parciais da pesquisa realizada no primeiro ambulatório de osteoporose masculina do Brasil serão apresentados ao Ministério da Saúde em outubro deste ano. Com base no material, serão implementadas ações de prevenção e controle da doença em homens.

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    08/07/2004 0h00

    Tropeçar e cair pode trazer conseqüências desagradáveis para qualquer um. Porém, quando isso acontece com uma pessoa portadora de osteoporose, a doença que enfraquece os ossos a partir dos 50 anos de idade e que normalmente ocorre em mulheres, as chances de uma fratura aumentam consideravelmente. A Osteoporose traduz-se pela diminuição de cálcio nos ossos e pela desorganização de sua estrutura, tornando-os frágeis. Mesmo sendo mais comum no sexo feminino, esse mal também atinge os homens e aí surge uma nova preocupação das autoridades sanitárias brasiuleiras.

    Para conhecer a realidade da doença em pessoas do sexo masculino, o Ministério da Saúde vai investir R$ 150 mil por ano no Ambulatório de Osteoporose Masculina do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro. O ambulatório é uma iniciativa pioneira no País.

    “A proposta é quantificar as vítimas da osteoporose masculina, estudar sua prevalência e tratar a doença”, observa o médico geriatra e coordenador de Projetos para Idosos do Into, Salo Buksman. O trabalho teve início em março deste ano e já atendeu mais de 500 pacientes. O coordenador explica que, no ambulatório, homens com mais de 50 anos são convidados a responder questionários para avaliação dos fatores de risco. Em seguida, são submetidos ao teste de densitometria óssea para diagnóstico da doença.

    Indolor “O exame é feito em 15 minutos, é indolor e é o melhor método de diagnóstico”, observa Salo Buksman. Se for detectada a doença, o paciente passa a ser tratado no Into, gratuitamente. “Os resultados, nesse período, revelaram que existe grande número de pacientes portadores de osteopenia, estágio intermediário da doença, quando há a diminuição da massa óssea, mas ainda sem a presença da osteoporose”, conta o médico.

    Os resultados parciais da pesquisa realizada no primeiro ambulatório de osteoporose masculina do Brasil serão apresentados ao Ministério da Saúde em outubro deste ano. Com base no material, serão implementadas ações de prevenção e controle da doença em homens.

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