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Os punks sobrevivem

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Clássicos do punk rock como Orgasm Addict, Ever Fallen in Love e What Do I Get revelam que a banda inglesa Buzzcocks tem passado. O álbum homônimo, recém-lançado no Brasil, mostra que eles têm presente. Quanto ao futuro, a frase é do guitarrista e vocalista Pete Shelley: “Quero trabalhar ao máximo, afinal, nunca se sabe o que vai acontecer”, disse o roqueiro ao Jornal de Brasília, de Londres, por telefone.

A vontade de fazer mais e mais vem da tristeza de lembrar a morte do amigo Joe Strummer (ex-líder do Clash, banda que, ao lado de Buzzcocks e Sex Pistols, formava a tríade punk inglesa), ocorrida em dezembro do ano passado.

Sem nostalgia, os Buzzcocks ainda esbanjam energia. “Acho que é porque, depois de mais de 25 anos fazendo música, a gente tenta ficar melhor a cada dia. E muita gente perguntava, durante a turnê do álbum anterior, por que não tocávamos com a força e a energia dos shows nos discos. Resolvemos fazer isso agora”, explica Shelley.

Buzzcocks, o álbum, traz 12 faixas e faz os fãs de bandas como Offspring, Rancid, Bad Religion e Green Day percebam de onde jorra a inspiração – é difícil imaginar essas quatro bandas esbanjando qualidade daqui a 20 anos.

Canções como Jerk, Wake Up Call, Sick City Sometimes e Useless traduzem o termo punk-pop: energia de guitarras emolduradas por melodias assobiáveis.

No disco, há duas músicas antigas. Stars e Lester Sands, compostas por Shelley e Howard Devoto, fundador da banda, que não quis voltar com o grupo à ativa, em 1989. “Lester Sands é uma ótima música e nunca havia sido gravada em um estúdio decente. Tocávamos em passagens de som e em alguns shows, mas não dávamos a importância que ela merece. Hoje, ela parece tão nova quanto as outras faixas do álbum”, diz Shelley.


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Clássicos do punk rock como Orgasm Addict, Ever Fallen in Love e What Do I Get revelam que a banda inglesa Buzzcocks tem passado. O álbum homônimo, recém-lançado no Brasil, mostra que eles têm presente. Quanto ao futuro, a frase é do guitarrista e vocalista Pete Shelley: “Quero trabalhar ao máximo, afinal, nunca se sabe o que vai acontecer”, disse o roqueiro ao Jornal de Brasília, de Londres, por telefone.

A vontade de fazer mais e mais vem da tristeza de lembrar a morte do amigo Joe Strummer (ex-líder do Clash, banda que, ao lado de Buzzcocks e Sex Pistols, formava a tríade punk inglesa), ocorrida em dezembro do ano passado.

Sem nostalgia, os Buzzcocks ainda esbanjam energia. “Acho que é porque, depois de mais de 25 anos fazendo música, a gente tenta ficar melhor a cada dia. E muita gente perguntava, durante a turnê do álbum anterior, por que não tocávamos com a força e a energia dos shows nos discos. Resolvemos fazer isso agora”, explica Shelley.

Buzzcocks, o álbum, traz 12 faixas e faz os fãs de bandas como Offspring, Rancid, Bad Religion e Green Day percebam de onde jorra a inspiração – é difícil imaginar essas quatro bandas esbanjando qualidade daqui a 20 anos.

Canções como Jerk, Wake Up Call, Sick City Sometimes e Useless traduzem o termo punk-pop: energia de guitarras emolduradas por melodias assobiáveis.

No disco, há duas músicas antigas. Stars e Lester Sands, compostas por Shelley e Howard Devoto, fundador da banda, que não quis voltar com o grupo à ativa, em 1989. “Lester Sands é uma ótima música e nunca havia sido gravada em um estúdio decente. Tocávamos em passagens de som e em alguns shows, mas não dávamos a importância que ela merece. Hoje, ela parece tão nova quanto as outras faixas do álbum”, diz Shelley.


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