Menu
Promoções

Os filmes

Arquivo Geral

17/01/2005 0h00

ABC África – De Abbas Kiarostami. (Irã/França/(2001/Cor/84 min). Com: Abbas Kiarostami e Seifollah Samadian. Documentário sobre os órfãos das vítimas da Aids em Uganda.

Brincando nos Campos do Senhor – De Hector Babenco (EUA/1991/Cor/89 min). Com: Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah, Stênio Garcia, José Dumont. Piloto de avião faz um serviço na Amazônia e descobre que tem de reencontrar suas raízes indígenas. Este filme é o trabalho de um cineasta latino-americano nos EUA, terra estrangeira, e filmado em outra terra alienígena, a Amazônia.

Brother, a Máfia Japonesa Yakuza Vai para a América – De Takeshi Kitano (EUA/Japão/2000/Cor/114 min). Com: Beat Takeshi, Kuroudo Maki, Omar Epps. Yamamoto, exilado nos EUA, é literalmente um forasteiro. Ele conhece o americano Denny, com quem terá uma amizade. Negro e marginalizado, Denny é também um estrangeiro nesse país segregacionista.

A Estrada Perdida – De David Lynch (França/EUA/1996/Cor/135 min). Com: Bill Pullman, Patricia Arquette, Balthazar Getty. O músico Fred Madison recebe fitas de vídeo sugerindo que sua mulher o está traindo. Não se sabe quem está entrando na casa, tampouco se tudo não passa de um delírio do marido. Essa é a ponta do iceberg deste filme. É um exercício cinematográfico de experimentação, tomando referência nos gêneros clássicos do cinema americano.

Estranhos no Paraíso – De Jim Jarmusch (EUA/Alemanha/1984/PB/89 min). Com: John Lurie, Eszter Balint, Richard Edson. Não bastasse a integração difícil numa terra estrangeira, os imigrantes Willie e Eddie não são muito afáveis com a prima Eva, que acaba de chegar da Hungria.

Felizes Juntos – De Wong Kar-wai (Hong Kong/Argentina/1997/Cor&PB/93 min). Com: Leslie Cheung, Tony Leung, Chen Chang. Dois namorados passam um feriado em Buenos Aires, mas um contratempo faz com que eles tenham de ficar mais tempo por terras argentinas.

Hiroshima, Meu Amor – De Alain Resnais (França/Japão/1959/PB/91 min). Com: Emmanuelle Riva, Eiji Okada e Stella Dassas. A francesa Elle e o japonês Lui passam a noite juntos, no Japão de 1959. Ela está lá para fazer um documentário sobre a paz, naquele país que foi palco dos terríveis ataques nucleares em 1945.

Made in USA – De Jean-Luc Godard (França (1966/Cor/90 min). Com: Anna Karina, Jean-Pierre Léaud, Laszlo Szabo, Marianne Faithfull. Jornalista vai ao encontro do marido em Atlantic City. Ao chegar, descobre que ele foi assassinado e decide descobrir quem o matou. Entra, então, num labirinto vertiginoso e letal, com gângsteres, corrupção e crise política.

Navigator, Uma Odisséia no Tempo – De Vincent Ward (Austrália/Nova Zelândia/1988/Cor&PB/91 min). Com: Bruce Lyons, Chris Haywood, Hamish McFarlane. Um grupo de mineradores de uma aldeia inglesa do século 14 acompanha um menino que sabe como debelar a Peste Negra no povoado. Eles cavam um túnel a fim de forjar uma cruz, mas acabam saindo na Wellington do século 20.

Non ou a Vã Glória de Mandar –. De Manoel de Oliveira (Portugal/Espanha/França/1990/Cor/110 min). Com: Luís Miguel Cintra, Diogo Dória, Miguel Guilherme. Soldados discutem a crise política (e moral) portuguesa em meio às guerras coloniais na África. O filme desloca-se para outros tempos de guerra, no século 16, mais precisamente na batalha de Alcácer-Quibir, na qual o mitológico Dom Sebastião foi vitimado.

O Último Tango em Paris – De Bernardo Bertolucci (Itália/França/1972/Cor/136 min). Com: Marlon Brando, Maria Schneider, Maria Michi. Americano, viúvo e amargo, procura apartamento em Paris e esbarra em Jeanne. Ambos mantêm um relacionamento puramente sexual, quase performático, no imóvel vazio.

O Passageiro, Profissão Repórter – De Michelangelo Antonioni (França/Itália/Espanha/EUA/1975/Cor/119 min). Com: Jack Nicholson, Maria Schneider, Jenny Runacre. David Locke está na África quando encontra morto seu vizinho de quarto, Robertson. Ele assume sua identidade e tenta se desplugar da vida, pôr a escanteio a farsa da profissão e o casamento falido.

    Você também pode gostar

    Os filmes

    Arquivo Geral

    17/01/2005 0h00

    ABC África – De Abbas Kiarostami. (Irã/França/(2001/Cor/84 min). Com: Abbas Kiarostami e Seifollah Samadian. Documentário sobre os órfãos das vítimas da Aids em Uganda.

    Brincando nos Campos do Senhor – De Hector Babenco (EUA/1991/Cor/89 min). Com: Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah, Stênio Garcia, José Dumont. Piloto de avião faz um serviço na Amazônia e descobre que tem de reencontrar suas raízes indígenas. Este filme é o trabalho de um cineasta latino-americano nos EUA, terra estrangeira, e filmado em outra terra alienígena, a Amazônia.

    Brother, a Máfia Japonesa Yakuza Vai para a América – De Takeshi Kitano (EUA/Japão/2000/Cor/114 min). Com: Beat Takeshi, Kuroudo Maki, Omar Epps. Yamamoto, exilado nos EUA, é literalmente um forasteiro. Ele conhece o americano Denny, com quem terá uma amizade. Negro e marginalizado, Denny é também um estrangeiro nesse país segregacionista.

    A Estrada Perdida – De David Lynch (França/EUA/1996/Cor/135 min). Com: Bill Pullman, Patricia Arquette, Balthazar Getty. O músico Fred Madison recebe fitas de vídeo sugerindo que sua mulher o está traindo. Não se sabe quem está entrando na casa, tampouco se tudo não passa de um delírio do marido. Essa é a ponta do iceberg deste filme. É um exercício cinematográfico de experimentação, tomando referência nos gêneros clássicos do cinema americano.

    Estranhos no Paraíso – De Jim Jarmusch (EUA/Alemanha/1984/PB/89 min). Com: John Lurie, Eszter Balint, Richard Edson. Não bastasse a integração difícil numa terra estrangeira, os imigrantes Willie e Eddie não são muito afáveis com a prima Eva, que acaba de chegar da Hungria.

    Felizes Juntos – De Wong Kar-wai (Hong Kong/Argentina/1997/Cor&PB/93 min). Com: Leslie Cheung, Tony Leung, Chen Chang. Dois namorados passam um feriado em Buenos Aires, mas um contratempo faz com que eles tenham de ficar mais tempo por terras argentinas.

    Hiroshima, Meu Amor – De Alain Resnais (França/Japão/1959/PB/91 min). Com: Emmanuelle Riva, Eiji Okada e Stella Dassas. A francesa Elle e o japonês Lui passam a noite juntos, no Japão de 1959. Ela está lá para fazer um documentário sobre a paz, naquele país que foi palco dos terríveis ataques nucleares em 1945.

    Made in USA – De Jean-Luc Godard (França (1966/Cor/90 min). Com: Anna Karina, Jean-Pierre Léaud, Laszlo Szabo, Marianne Faithfull. Jornalista vai ao encontro do marido em Atlantic City. Ao chegar, descobre que ele foi assassinado e decide descobrir quem o matou. Entra, então, num labirinto vertiginoso e letal, com gângsteres, corrupção e crise política.

    Navigator, Uma Odisséia no Tempo – De Vincent Ward (Austrália/Nova Zelândia/1988/Cor&PB/91 min). Com: Bruce Lyons, Chris Haywood, Hamish McFarlane. Um grupo de mineradores de uma aldeia inglesa do século 14 acompanha um menino que sabe como debelar a Peste Negra no povoado. Eles cavam um túnel a fim de forjar uma cruz, mas acabam saindo na Wellington do século 20.

    Non ou a Vã Glória de Mandar –. De Manoel de Oliveira (Portugal/Espanha/França/1990/Cor/110 min). Com: Luís Miguel Cintra, Diogo Dória, Miguel Guilherme. Soldados discutem a crise política (e moral) portuguesa em meio às guerras coloniais na África. O filme desloca-se para outros tempos de guerra, no século 16, mais precisamente na batalha de Alcácer-Quibir, na qual o mitológico Dom Sebastião foi vitimado.

    O Último Tango em Paris – De Bernardo Bertolucci (Itália/França/1972/Cor/136 min). Com: Marlon Brando, Maria Schneider, Maria Michi. Americano, viúvo e amargo, procura apartamento em Paris e esbarra em Jeanne. Ambos mantêm um relacionamento puramente sexual, quase performático, no imóvel vazio.

    O Passageiro, Profissão Repórter – De Michelangelo Antonioni (França/Itália/Espanha/EUA/1975/Cor/119 min). Com: Jack Nicholson, Maria Schneider, Jenny Runacre. David Locke está na África quando encontra morto seu vizinho de quarto, Robertson. Ele assume sua identidade e tenta se desplugar da vida, pôr a escanteio a farsa da profissão e o casamento falido.

      Você também pode gostar

      Os Filmes

      Arquivo Geral

      07/09/2004 0h00

      Quando as Mulheres Querem Provas, de Cláudio MacDowell. RJ, 1975. Com Carlo Mossy, Adele Fátima, Rossana Ghessa, Yara Stein, Hugo Bidet, Henriqueta Brieba, Rodolfo Arena, Pedro de Lara. Bira, jovem paquerador e boa pinta, que passa as férias em Vitória, resolve conquistar Verônica, uma psicanalista casada, por pensar que tinha visto a moça beijando o motorista. Raul, um italiano amigo de Bira, que atravessa uma crise conjugal, duvida daquilo, por conhecer a fidelidade de Verônica. Bira tenta mostrar-lhe como foi e é surpreendido no gesto ambíguo por uma arrumadeira do hotel, que conta a cena que vira a todos os empregados. A fama de Bira se espalha rapidamente e a psicanalista, que não lhe dava a menor atenção, interessa-se profissionalmente por ele. Rodeado de moças que querem “tirar a prova”, Bira gosta da experiência e tenta manter o engano no Rio de Janeiro, quando volta, mas aí as coisas são diferentes. Dias 8 e 11 de setembro.

      Érotique, de Ana Maria Magalhães (episódio brasileiro: Final Call). RJ, 1994. Com Cláudia Ohana, Guilherme Leme, Tonico Pereira, Antônio Gonzalez, Rosita Tomás Lopes, Nildo Parente, Jaqueline Laurence, Ivã Cândido. Adaptação livre do conto A língua do p, de Clarice Lispector. Co-produção Brasil/EUA/China. No episódio brasileiro, uma moça é seduzida à força. Dias 10 e 12 de setembro.

      Com as Calças na Mão, de Carlo Mossy. RJ, 1975. Com Carlo Mossy, Jorge Dória, Georgia Quental, Marta Moyano, Tião Macalé, Waldir Maia, Wilza Carla, Wilson Grey, Elza de Castro, Martim Francisco, Luely Figueiró. Reg é um jovem empresário que funda uma estranha firma, a Tem Tudo e Muito Mais, que se compromete a atender qualquer tipo de pedido. Mas só pode contar consigo próprio, pois sua secretária, Dona Zu, apesar de eficiente e dedicada, não consegue muita coisa com sua gagueira. Quanto aos dois outros funcionários, são tão omissos que não aparecem nem para reivindicar aumento salarial. Em seu empenho, Reg se vê envolvido em estranhas situações, como se pendurar no alto de um edifício para livrar-se da ira de um marido traído. Mas, em benefício de seus clientes, não mede esforços, mesmo quando os pedidos são os mais caprichosos – e os caprichos dos clientes são realmente cada vez mais estranhos. Dias 7 e 9 de setembro.

      Como é Boa Nossa Empregada, de Ismar Porto e Victor di Mello. RJ, 1973. Comédia em três episódios. No primeiro deles, Lula e a copeira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, Edson Silva e Lydia Matos, um adolescente sem nenhuma experiência sexual paquera a copeira de sua casa, causando rebuliço em sua família. No segundo episódio, O terror das empregadas, com Stepan Nercessian, José Lewgoy e Maria Pompeu, um jovem estudante, inexperiente em sexo, envolve-se com todas as empregadas que entram em sua casa. E no último, O melhor da festa, com Carlo Mossy, Neusa Amaral e Jorge Dória, um casal de meia-idade vive em plena lua-de-mel até que o marido descobre, na casa de um casal amigo, uma empregada jovem e mulata, que lhe transforma os sentidos. Dias 7 e 10 de setembro.

      Eu Te Amo, de Arnaldo Jabor. RJ, 1981. Com Sônia Braga, Vera Fischer, Paulo César Pereio, Tarcísio Meira, Regina Casé, Vera Abelha, Maria Lúcia Dahl. O filme examina o intenso relacionamento entre Paulo, industrial falido no milagre dos anos 70, e Maria (Sônia Braga, premiada no Festival de Gramado), uma mulher que ele conheceu na rua. Ambos estão enfrentando uma decepção amorosa e querem fugir da solidão. Dia 12 de setembro.

      O Olho Mágico do Amor, de José Antônio Garcia e Ícaro Martins. SP, 1981. Com Carla Camurati, Tânia Alves, Arrigo Barnabé, Sérgio Mamberti, Ênio Golçalves, Cida Moreyra. Vera, uma menina de 17 anos, consegue seu primeiro emprego: secretária de uma Sociedade de Amigos da Ornitologia, um escritório empoeirado e cheio de aves empalhadas, que funciona bem no meio da Boca do Lixo. Prolíxenes, seu patrão, fica ausente a maior parte do tempo e Vera, um dia, ao trocar dois quadros de lugar, descobre um orifício na parede que dá para um quarto de hotel. Dia 9 de setembro.

      Um Copo de Cólera, de Aluizio Abranches. SP, 1999. Com Alexandre Borges, Júlia Lemmertz, Ruth de Souza, Marieta Severo, Linneu Dias. Um casal sem nome. Ele vive isolado numa chácara no interior de São Paulo. Ela é uma mulher moderna, jornalista atraente e feminina, politicamente atuante. A relação entre os dois é forte, principalmente no quesito sexo. Mas depois do sexo, vem a briga que chega à mesma proporção de intensidade. Dia 11 de setembro.

        Você também pode gostar

        Os Filmes

        Arquivo Geral

        07/09/2004 0h00

        Quando as Mulheres Querem Provas, de Cláudio MacDowell. RJ, 1975. Com Carlo Mossy, Adele Fátima, Rossana Ghessa, Yara Stein, Hugo Bidet, Henriqueta Brieba, Rodolfo Arena, Pedro de Lara. Bira, jovem paquerador e boa pinta, que passa as férias em Vitória, resolve conquistar Verônica, uma psicanalista casada, por pensar que tinha visto a moça beijando o motorista. Raul, um italiano amigo de Bira, que atravessa uma crise conjugal, duvida daquilo, por conhecer a fidelidade de Verônica. Bira tenta mostrar-lhe como foi e é surpreendido no gesto ambíguo por uma arrumadeira do hotel, que conta a cena que vira a todos os empregados. A fama de Bira se espalha rapidamente e a psicanalista, que não lhe dava a menor atenção, interessa-se profissionalmente por ele. Rodeado de moças que querem “tirar a prova”, Bira gosta da experiência e tenta manter o engano no Rio de Janeiro, quando volta, mas aí as coisas são diferentes. Dias 8 e 11 de setembro.

        Érotique, de Ana Maria Magalhães (episódio brasileiro: Final Call). RJ, 1994. Com Cláudia Ohana, Guilherme Leme, Tonico Pereira, Antônio Gonzalez, Rosita Tomás Lopes, Nildo Parente, Jaqueline Laurence, Ivã Cândido. Adaptação livre do conto A língua do p, de Clarice Lispector. Co-produção Brasil/EUA/China. No episódio brasileiro, uma moça é seduzida à força. Dias 10 e 12 de setembro.

        Com as Calças na Mão, de Carlo Mossy. RJ, 1975. Com Carlo Mossy, Jorge Dória, Georgia Quental, Marta Moyano, Tião Macalé, Waldir Maia, Wilza Carla, Wilson Grey, Elza de Castro, Martim Francisco, Luely Figueiró. Reg é um jovem empresário que funda uma estranha firma, a Tem Tudo e Muito Mais, que se compromete a atender qualquer tipo de pedido. Mas só pode contar consigo próprio, pois sua secretária, Dona Zu, apesar de eficiente e dedicada, não consegue muita coisa com sua gagueira. Quanto aos dois outros funcionários, são tão omissos que não aparecem nem para reivindicar aumento salarial. Em seu empenho, Reg se vê envolvido em estranhas situações, como se pendurar no alto de um edifício para livrar-se da ira de um marido traído. Mas, em benefício de seus clientes, não mede esforços, mesmo quando os pedidos são os mais caprichosos – e os caprichos dos clientes são realmente cada vez mais estranhos. Dias 7 e 9 de setembro.

        Como é Boa Nossa Empregada, de Ismar Porto e Victor di Mello. RJ, 1973. Comédia em três episódios. No primeiro deles, Lula e a copeira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, Edson Silva e Lydia Matos, um adolescente sem nenhuma experiência sexual paquera a copeira de sua casa, causando rebuliço em sua família. No segundo episódio, O terror das empregadas, com Stepan Nercessian, José Lewgoy e Maria Pompeu, um jovem estudante, inexperiente em sexo, envolve-se com todas as empregadas que entram em sua casa. E no último, O melhor da festa, com Carlo Mossy, Neusa Amaral e Jorge Dória, um casal de meia-idade vive em plena lua-de-mel até que o marido descobre, na casa de um casal amigo, uma empregada jovem e mulata, que lhe transforma os sentidos. Dias 7 e 10 de setembro.

        Eu Te Amo, de Arnaldo Jabor. RJ, 1981. Com Sônia Braga, Vera Fischer, Paulo César Pereio, Tarcísio Meira, Regina Casé, Vera Abelha, Maria Lúcia Dahl. O filme examina o intenso relacionamento entre Paulo, industrial falido no milagre dos anos 70, e Maria (Sônia Braga, premiada no Festival de Gramado), uma mulher que ele conheceu na rua. Ambos estão enfrentando uma decepção amorosa e querem fugir da solidão. Dia 12 de setembro.

        O Olho Mágico do Amor, de José Antônio Garcia e Ícaro Martins. SP, 1981. Com Carla Camurati, Tânia Alves, Arrigo Barnabé, Sérgio Mamberti, Ênio Golçalves, Cida Moreyra. Vera, uma menina de 17 anos, consegue seu primeiro emprego: secretária de uma Sociedade de Amigos da Ornitologia, um escritório empoeirado e cheio de aves empalhadas, que funciona bem no meio da Boca do Lixo. Prolíxenes, seu patrão, fica ausente a maior parte do tempo e Vera, um dia, ao trocar dois quadros de lugar, descobre um orifício na parede que dá para um quarto de hotel. Dia 9 de setembro.

        Um Copo de Cólera, de Aluizio Abranches. SP, 1999. Com Alexandre Borges, Júlia Lemmertz, Ruth de Souza, Marieta Severo, Linneu Dias. Um casal sem nome. Ele vive isolado numa chácara no interior de São Paulo. Ela é uma mulher moderna, jornalista atraente e feminina, politicamente atuante. A relação entre os dois é forte, principalmente no quesito sexo. Mas depois do sexo, vem a briga que chega à mesma proporção de intensidade. Dia 11 de setembro.

          Você também pode gostar

          Assine nossa newsletter e
          mantenha-se bem informado