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Ontem padre italiano, hoje um boa-vida

Arquivo Geral

23/07/2005 0h00

Conhecido por sua atuação em Mulheres Apaixonadas, onde viveu o Padre Pedro, o ator italiano Nicola Siri, agora, faz novela no SBT. Ele agora é o bon vivant Nino, na trama Os Ricos Também Choram. O personagem é um imigrante italiano que vive às custas da mulher.

“Estou adorando voltar a fazer novela e tenho semelhanças com Nino, ele é um boa-vida como eu. Eu também sou assim: adoro dormir”, revela o ator, que, apesar do sotaque e da nacionalidade oficial, se considera brasileiro.

“Sou o próprio garoto de Ipanema”, diverte-se Siri, referindo-se ao bairro onde mora desde que veio para o Brasil, em 2003, e de onde não pretende sair tão cedo.

“Posso garantir que até 2059 fico aqui, depois talvez até volte para a Itália”, brinca. Rotina de brasileiro ele já tem: não perde uma praia nem sua pelada sagrada no time de Chico Buarque, o Politheama. Até fama de namoradeiro e baladeiro Nicola já teve, mas hoje diz estar quieto.

na balada”Não tenho mais idade para sair sempre, mas também, quando saio, fico nas festas até de manhã”, conta. “Mas hoje prefiro ficar em casa com minha namorada”, completa, entregando que deve à paixão o seu empenho profissional.

“Atrás de um homem de sucesso sempre existe uma mulher responsável por isso”, derrama-se o ator, sem revelar a identidade da amada.

Mesmo sem fazer novelas, Nicola não ficou parado: esteve em cartaz com a peça Uma Última Cena Para Lorca – cujo texto foi indicado para o prêmio Shell deste ano –, e participou do filme Diário de Um Novo Mundo, de Paulo Nascimento, que estréia mês que vem.

Em matéria de trabalho, o italiano, ou quase brasileiro, como prefere se definir, não tem do que reclamar, e se gaba de já até ter sido chamado para um próximo papel: “E dessa vez não serei italiano e sim brasileiro”, encerra.

Nino, personagem de Nicola Siri na novela Os Ricos Também Choram, é um típico italiano galanteador:”Ele precisa fazer sexo com a mulher muitas vezes ao dia, caso contrário, enlouquece. Nino dá bola para várias mulheres na rua, mas no fundo é um homem fiel”.

Para o italiano, atuar no Brasil tem um sabor especial, já que não gosta da TV italiana. “Os brasileiros deveriam saber que assistem a uma das melhores televisões do mundo. Na Itália, os programas são péssimos. Por isso que as novelas daqui não passam lá. Mostrariam a mediocridade das italianas”, critica.

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    23/07/2005 0h00

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    “Estou adorando voltar a fazer novela e tenho semelhanças com Nino, ele é um boa-vida como eu. Eu também sou assim: adoro dormir”, revela o ator, que, apesar do sotaque e da nacionalidade oficial, se considera brasileiro.

    “Sou o próprio garoto de Ipanema”, diverte-se Siri, referindo-se ao bairro onde mora desde que veio para o Brasil, em 2003, e de onde não pretende sair tão cedo.

    “Posso garantir que até 2059 fico aqui, depois talvez até volte para a Itália”, brinca. Rotina de brasileiro ele já tem: não perde uma praia nem sua pelada sagrada no time de Chico Buarque, o Politheama. Até fama de namoradeiro e baladeiro Nicola já teve, mas hoje diz estar quieto.

    na balada”Não tenho mais idade para sair sempre, mas também, quando saio, fico nas festas até de manhã”, conta. “Mas hoje prefiro ficar em casa com minha namorada”, completa, entregando que deve à paixão o seu empenho profissional.

    “Atrás de um homem de sucesso sempre existe uma mulher responsável por isso”, derrama-se o ator, sem revelar a identidade da amada.

    Mesmo sem fazer novelas, Nicola não ficou parado: esteve em cartaz com a peça Uma Última Cena Para Lorca – cujo texto foi indicado para o prêmio Shell deste ano –, e participou do filme Diário de Um Novo Mundo, de Paulo Nascimento, que estréia mês que vem.

    Em matéria de trabalho, o italiano, ou quase brasileiro, como prefere se definir, não tem do que reclamar, e se gaba de já até ter sido chamado para um próximo papel: “E dessa vez não serei italiano e sim brasileiro”, encerra.

    Nino, personagem de Nicola Siri na novela Os Ricos Também Choram, é um típico italiano galanteador:”Ele precisa fazer sexo com a mulher muitas vezes ao dia, caso contrário, enlouquece. Nino dá bola para várias mulheres na rua, mas no fundo é um homem fiel”.

    Para o italiano, atuar no Brasil tem um sabor especial, já que não gosta da TV italiana. “Os brasileiros deveriam saber que assistem a uma das melhores televisões do mundo. Na Itália, os programas são péssimos. Por isso que as novelas daqui não passam lá. Mostrariam a mediocridade das italianas”, critica.

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