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ONG faz parceria social com o evento

Arquivo Geral

16/04/2005 0h00

Quem doar um quilo de alimento não-perecível, além de ter desconto de 50% na compra da entrada inteira, estará ajudando na campanha Na Palma da Mão, uma parceria desde 1999 da banda O Rappa com a ONG Federação Assistencial Social e Educacional (Fase). Quem quiser ajudar pode ainda comprar um cupom no valor de R$ 1. Os valores arrecadados serão revertidos em alimentos a serem doados para instituições de caridade.

De acordo com Falcão, a banda nunca quis ter um projeto próprio, preferindo ajudar de outras maneiras e também buscando apoio de outras pessoas. Um exemplo é o que o governo da Holanda faz: doa R$ 1 para cada CD do Rappa vendido naquele país, o que já ocorreu com dois CDs.

A banda ajuda com doação em dinheiro, de acordo com a vendagem dos CDs, e também faz trabalhos voluntários em favelas e comunidades carentes. “Não basta ser artista só em cima do palco, a arte não é só para si. É preciso ajudar, tem muita gente precisando. Não fico feliz só como o sucesso do disco, mas de ver todo mundo bem”, afirma o vocalista da banda. Falcão diz também que tem muitas bandas que colaboram, mas que poderia haver mais.

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    Arquivo Geral

    16/04/2005 0h00

    Quem doar um quilo de alimento não-perecível, além de ter desconto de 50% na compra da entrada inteira, estará ajudando na campanha Na Palma da Mão, uma parceria desde 1999 da banda O Rappa com a ONG Federação Assistencial Social e Educacional (Fase). Quem quiser ajudar pode ainda comprar um cupom no valor de R$ 1. Os valores arrecadados serão revertidos em alimentos a serem doados para instituições de caridade.

    De acordo com Falcão, a banda nunca quis ter um projeto próprio, preferindo ajudar de outras maneiras e também buscando apoio de outras pessoas. Um exemplo é o que o governo da Holanda faz: doa R$ 1 para cada CD do Rappa vendido naquele país, o que já ocorreu com dois CDs.

    A banda ajuda com doação em dinheiro, de acordo com a vendagem dos CDs, e também faz trabalhos voluntários em favelas e comunidades carentes. “Não basta ser artista só em cima do palco, a arte não é só para si. É preciso ajudar, tem muita gente precisando. Não fico feliz só como o sucesso do disco, mas de ver todo mundo bem”, afirma o vocalista da banda. Falcão diz também que tem muitas bandas que colaboram, mas que poderia haver mais.

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