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O que você precisa saber

Arquivo Geral

29/09/2004 0h00

O que é

O câncer oral é aquele que acomete a porção da garganta para frente, ou seja toda a parte visível da boca até os lábios. O seu local mais comum é o assoalho da boca, embaixo da língua, a porção lateral da língua e o palato mole. Por isso mesmo é facilmente visível a olho nu tanto pelo próprio paciente quanto por dentista ou médico.

Quem corre risco

Esse tipo de câncer acontece principalmente em pessoas que fumam cigarro, bebem bebida de álcool ou que mascam tabaco.

Como o médico faz examina

Um médico ou outro profissional da saúde examina detalhadamente a porção interna da boca procurando por lesões esbranquiçadas (leucoplasias) ou avermelhadas (eritroplásticas). Como no colo uterino, células podem ser retiradas por raspagem dessas regiões alteradas e examinadas num microscópio em busca de sinais de malignização. Lesões pré-malignas já estão bem descritas e o diagnóstico precoce desse tipo de tumor é bem possível de ser realizado.

Fatores de risco

Idade: o câncer oral é mais comum em pacientes acima dos 45 anos e aumenta rapidamente até os 65 anos quando então se estabiliza.

História pessoal: ingestão de álcool e uso de fumo em qualquer forma são os fatores de risco mais importante para o desenvolvimento desse tipo de tumor.

Sexo: esse tipo de tumor é mais comum em homens do que em mulheres.

Prevenção

Fumo – O uso de tabaco em qualquer forma (fumando cigarro, charuto, cachimbo ou mascando) é responsável pela grande maioria desse tipo de câncer. Quanto mais a pessoa fuma maior é o seu risco. Não fumar é a forma mais eficaz de evitar esse tipo de câncer. Os fumantes que param de fumar têm o seu risco reduzido grandemente já no primeiro ano de abstinência ao fumo. E esse risco se reduz progressivamente até praticamente se igualar aos que nunca fumaram em dez anos, se a pessoa permanecer sem fumar. O uso de maconha também está associado ao câncer oral.

Álcool – O uso de bebida de álcool, principalmente quando associado ao fumo, também é um fator de risco importante para o câncer oral. Quanto mais porções a pessoa ingere, maior é o seu risco. Usar bebida de álcool com moderação ou evitar completamente a ingestão de álcool diminui o risco de desenvolver esse tipo de câncer, principalmente entre os fumantes. Cerveja e destilados são os tipos de bebida de álcool mais comumente associados a esse tipo de câncer.

Dieta – Uma dieta rica em fibras, com grande quantidade de frutas, legumes e verduras diminui o risco para o câncer oral, principalmente de pessoas que fumam.

Idade – O câncer oral é raro antes dos 45 anos. Depois dessa idade a sua freqüência aumenta, principalmente entre as pessoas de maior risco, como os fumantes.

Dentista – Fazer visitas regulares ao dentista ou outros profissionais da área da saúde para fazer um exame da cavidade oral com o objetivo de detectar lesões precursoras desse tipo de câncer é particularmente importante após essa idade.

Exposição ao sol – Proteger os lábios dos raios de sol mais fortes, entre as 10 e 16 horas, com protetor solar ou chapéu, pode diminuir o desenvolvimento de câncer do lábio inferior.

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    O que você precisa saber

    Arquivo Geral

    29/09/2004 0h00

    O que é

    O câncer oral é aquele que acomete a porção da garganta para frente, ou seja toda a parte visível da boca até os lábios. O seu local mais comum é o assoalho da boca, embaixo da língua, a porção lateral da língua e o palato mole. Por isso mesmo é facilmente visível a olho nu tanto pelo próprio paciente quanto por dentista ou médico.

    Quem corre risco

    Esse tipo de câncer acontece principalmente em pessoas que fumam cigarro, bebem bebida de álcool ou que mascam tabaco.

    Como o médico faz examina

    Um médico ou outro profissional da saúde examina detalhadamente a porção interna da boca procurando por lesões esbranquiçadas (leucoplasias) ou avermelhadas (eritroplásticas). Como no colo uterino, células podem ser retiradas por raspagem dessas regiões alteradas e examinadas num microscópio em busca de sinais de malignização. Lesões pré-malignas já estão bem descritas e o diagnóstico precoce desse tipo de tumor é bem possível de ser realizado.

    Fatores de risco

    Idade: o câncer oral é mais comum em pacientes acima dos 45 anos e aumenta rapidamente até os 65 anos quando então se estabiliza.

    História pessoal: ingestão de álcool e uso de fumo em qualquer forma são os fatores de risco mais importante para o desenvolvimento desse tipo de tumor.

    Sexo: esse tipo de tumor é mais comum em homens do que em mulheres.

    Prevenção

    Fumo – O uso de tabaco em qualquer forma (fumando cigarro, charuto, cachimbo ou mascando) é responsável pela grande maioria desse tipo de câncer. Quanto mais a pessoa fuma maior é o seu risco. Não fumar é a forma mais eficaz de evitar esse tipo de câncer. Os fumantes que param de fumar têm o seu risco reduzido grandemente já no primeiro ano de abstinência ao fumo. E esse risco se reduz progressivamente até praticamente se igualar aos que nunca fumaram em dez anos, se a pessoa permanecer sem fumar. O uso de maconha também está associado ao câncer oral.

    Álcool – O uso de bebida de álcool, principalmente quando associado ao fumo, também é um fator de risco importante para o câncer oral. Quanto mais porções a pessoa ingere, maior é o seu risco. Usar bebida de álcool com moderação ou evitar completamente a ingestão de álcool diminui o risco de desenvolver esse tipo de câncer, principalmente entre os fumantes. Cerveja e destilados são os tipos de bebida de álcool mais comumente associados a esse tipo de câncer.

    Dieta – Uma dieta rica em fibras, com grande quantidade de frutas, legumes e verduras diminui o risco para o câncer oral, principalmente de pessoas que fumam.

    Idade – O câncer oral é raro antes dos 45 anos. Depois dessa idade a sua freqüência aumenta, principalmente entre as pessoas de maior risco, como os fumantes.

    Dentista – Fazer visitas regulares ao dentista ou outros profissionais da área da saúde para fazer um exame da cavidade oral com o objetivo de detectar lesões precursoras desse tipo de câncer é particularmente importante após essa idade.

    Exposição ao sol – Proteger os lábios dos raios de sol mais fortes, entre as 10 e 16 horas, com protetor solar ou chapéu, pode diminuir o desenvolvimento de câncer do lábio inferior.

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      O que você precisa saber

      Arquivo Geral

      12/07/2004 0h00

      Antes de mais nada, é preciso visitar o oftalmologista regularmente. Para as pessoas que têm problemas de visão ou que já passaram dos 40 anos, o ideal é que a consulta seja feita a cada seis meses.

      Outra atitude fundamental é a auto-observação: vista cansada, coceira nos olhos, dificuldade para focalizar imagens e lacrimejamento são sintomas de problemas de visão, doenças ou alergias.

      Os cuidados em relação à televisão e, principalmente, ao uso contínuo de computadores, são muito importantes. Recomenda-se que o usuário dê intervalos de uma hora, para descansar os olhos, e que mantenha uma distância de pelo menos 50 cm do monitor.

      Muitas pessoas (não necessariamente as que têm olhos claros) são mais sensíveis aos raios ultravioletas do sol. Por isso, o uso de óculos escuros de boa qualidade (que podem ser ou não de grau, dependendo do caso) é fundamental para proteger a visão.

      Quem usa lentes de contato deve dar atenção especial à limpeza das lentes e aos prazos estabelecidos. Quando isso não é feito, pode haver a proliferação de bactérias dentro dos olhos, o que causa infecções.

      Doenças mais comuns

      Catarata – A catarata ocorre quando o cristalino começa a ficar opaco. Ela pode ser causada por doenças como a diabete e problemas hormonais, além de ter um fator hereditário. Quando a doença está muito avançada, é necessário fazer uma cirurgia que retira o cristalino e o substitui por uma lente. Para evitar que se chegue a este ponto, é necessário consultar o oftalmologista regularmente, desde os primeiros sintomas, para fazer o tratamento preventivo.

      Glaucoma – O glaucoma é o excesso de pressão ocular, que faz com que o campo de visão se torne cada vez menor. Se não tratado, pode levar à cegueira. O tratamento passa pela medida da pressão ocular, feita periodicamente pelo ofalmologista, e pelo uso de colírio e medicamentos. Em último caso, é possível fazer uma cirurgia, que resolve parcialmente o problema.

      Fonte: Terra Saúde

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        Arquivo Geral

        12/07/2004 0h00

        Antes de mais nada, é preciso visitar o oftalmologista regularmente. Para as pessoas que têm problemas de visão ou que já passaram dos 40 anos, o ideal é que a consulta seja feita a cada seis meses.

        Outra atitude fundamental é a auto-observação: vista cansada, coceira nos olhos, dificuldade para focalizar imagens e lacrimejamento são sintomas de problemas de visão, doenças ou alergias.

        Os cuidados em relação à televisão e, principalmente, ao uso contínuo de computadores, são muito importantes. Recomenda-se que o usuário dê intervalos de uma hora, para descansar os olhos, e que mantenha uma distância de pelo menos 50 cm do monitor.

        Muitas pessoas (não necessariamente as que têm olhos claros) são mais sensíveis aos raios ultravioletas do sol. Por isso, o uso de óculos escuros de boa qualidade (que podem ser ou não de grau, dependendo do caso) é fundamental para proteger a visão.

        Quem usa lentes de contato deve dar atenção especial à limpeza das lentes e aos prazos estabelecidos. Quando isso não é feito, pode haver a proliferação de bactérias dentro dos olhos, o que causa infecções.

        Doenças mais comuns

        Catarata – A catarata ocorre quando o cristalino começa a ficar opaco. Ela pode ser causada por doenças como a diabete e problemas hormonais, além de ter um fator hereditário. Quando a doença está muito avançada, é necessário fazer uma cirurgia que retira o cristalino e o substitui por uma lente. Para evitar que se chegue a este ponto, é necessário consultar o oftalmologista regularmente, desde os primeiros sintomas, para fazer o tratamento preventivo.

        Glaucoma – O glaucoma é o excesso de pressão ocular, que faz com que o campo de visão se torne cada vez menor. Se não tratado, pode levar à cegueira. O tratamento passa pela medida da pressão ocular, feita periodicamente pelo ofalmologista, e pelo uso de colírio e medicamentos. Em último caso, é possível fazer uma cirurgia, que resolve parcialmente o problema.

        Fonte: Terra Saúde

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