Zeca Pagodinho virou assunto da vez ao trocar de cerveja e assumir que prefere Brahma à Nova Schin, sua ex-marca. A parte abandonada contra-atacou dizendo que o sambista foi seduzido por um cachê de US$ 3 milhões (quase R$ 9 milhões). Guerra de cervejas à parte, esta é uma quantia que pode mesmo virar a cabeça de qualquer um.
Até o cantor Lobão, que é brigado com a indústria fonográfica há anos, confessou que por esse valor repensaria sua posição: “Tudo é conversável. Se fosse legal para mim, eu toparia assinar um contrato com uma gravadora”.
Solange Couto é outra que não pensaria duas vezes. A atriz aceitaria posar nua por US$ 3 milhões: “Claro que posaria! Todo mundo diz que eu estou batendo um bolão! Com um cachê desses, a revista podia nem sair, eu nem ia ligar”.
O carnavalesco Chico Spinosa ficou revoltado com a atitude de Luma de Oliveira, que inventou uma gravidez para não sair na Mocidade. Ele chegou a declarar que sentia nojo da situação. “Só mesmo por US$ 3 milhões daria para reverter essa situação”, brinca.
Mas não é todo mundo que se rende ao alto valor. Samuel Rosa, cruzeirense roxo, não toparia ganhar a grana para colocar a camisa do rival Atlético Mineiro. “Depois de escolhido o caminho futebolístico, vestir a camisa do rival é antiético. Meu amor pelo meu time não me deixa fazer isso”, diz o vocalista do Skank.
A apresentadora Monique Evans também não aceitaria continuar no Noite Afora nem por esse salário: “Vou morrer e a única coisa que esse cachê me daria era um caixão lindo. Mas quero ser cremada”.