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O povo na TV

Arquivo Geral

20/06/2005 0h00

Muita gente se surpreendeu com a desenvoltura e facilidade com que o deputado Roberto Jefferson enfrentou o Conselho de Ética da Câmara na semana passada. O presidente do PTB fez daquele encontro um espetáculo. Estimulado pela minha amiga, a jornalista Márcia Raposo, editora-chefe do DCI, entendi que seria interessante abordar o assunto, no que diz respeito à especialidade deste espaço. Na verdade, o deputado tem uma larga experiência adquirida nos seus diversos mandatos e também pela sua atuação nos tribunais como advogado criminalista. No entanto, tudo começou no início da década de 80, ainda nos antigos estúdios da TV S/Rio de Janeiro. Foi lá, convidado por Wilton Franco, que ele deu seus primeiros passos rumo à popularidade, tendo participação ativa e diária no programa O Povo na TV. Dividia a cena com Wagner Montes, Sérgio Mallandro, Cristina Rocha e o paranormal ou curandeiro Roberto Lengruber. Um mundo-cão com todos os requintes. Jefferson era conhecido como “advogado do povo”. O programa, fenômeno de audiência, tinha sempre o melhor do seu espaço reservado aos casos mais sensacionalistas e escabrosos. Saiu do ar, para se ter uma idéia, meses depois de mostrar ao vivo a morte de um bebê no hospital. O Povo na TV era apresentado até às seis da tarde, quando se rezava a Ave Maria, com um copo d’água sobre o aparelho de televisão. Na última terça-feira fomos levados a essas recordações. Felizmente, tiveram o bom senso de deixar Nossa Senhora fora disso.

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