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O paraíso de Eva Wilma

Arquivo Geral

09/11/2003 0h00

Ao completar 50 anos de carreira, Eva Wilma, uma das maiores atrizes do País, ganha um presente e tanto. Ela acaba de dar nome a um teatro em São Paulo, onde encenará a peça Vivinha, de Marta Góes, também em sua homenagem, a partir de sexta-feira. “Estou muito emocionada”, agradece a atriz, há mais de um ano afastada dos palcos. “A idéia de contar a trajetória da atriz era antiga. A abertura do teatro acabou sendo uma boa oportunidade”, diz a autora, Marta Góes, que recuperou entrevistas antigas, colheu depoimento de Eva e incluiu no texto referências a peças que marcaram a carreira da atriz, como Esperando Godot, de Samuel Beckett, e Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams. “É um espetáculo solo que combina momentos importantes da vida dela com personagens marcantes na história. Vamos mesclar a trajetória pessoal e da atriz, que esteve presente no início da televisão e teve uma carreira rica no teatro, quando iniciou no Teatro de Arena, e no cinema. Além disso, é um depoimento feminino. Eva foi uma pioneira em muitas atitudes profissionais e políticas que não eram comuns na época”, elogia Marta. Em seu primeiro trabalho depois da morte do marido, o ator Carlos Zara, em dezembro, Eva Wilma será dirigida por Vivien Buckup, filha do casamento com John Herbert. “Já faz tempo que planejamos trabalhar juntas. Às vezes ela me mandava textos, mas eu fugia”, brinca Vivien. Embora tente separar a relação familiar no palco, Vivien admite haver algumas misturas – ou paçocas, como ela define a linha tênue que separa diretora e filha. “Todos sabem que ela passa por um momento difícil, que tem que recomeçar sem Carlos Zara. Como filha, dou o apoio. Mas como diretora estou para dirigir e não posso me envolver com a sua dor”, analisa a diretora.

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