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O Golpe de 64 pela ótica amazônica

Arquivo Geral

25/11/2004 0h00

Pela primeira vez na literatura brasileira um escritor ambienta o Golpe de 1964 na Amazônia. O jornalista e escritor amapaense Ray Cunha, baseado em Brasília, autografou seu novo livro A Casa Amarela (Editora Cejup, Belém, 2004, romance, 158 páginas, R$ 28), na Livraria Esquina da Palavra (406 Norte, Bloco D, Loja 4), ontem. A Casa Amarela é distribuído nacionalmente pela Editora Cejup/Distribel (telefone (91) 299-6600; e-mail editora@cejup.com.br; site www.cejup.com.br; ou Editora Cejup, Travessa Rui Barbosa 726, Reduto, Belém-PA, 66053-260).

A ação do romance começa com o Golpe Civil-Militar de 1964, que impôs ao país uma ditadura de 21 anos. O cenário é a Amazônia caribenha, a capital do antigo Território Federal do Amapá, a remota São José de Macapá, cidadela sitiada pela selva, pelo maior rio do mundo, pelo sol equatorial e pelas trevas do Golpe.

A família Picanço Cardoso vivia feliz naquela casa amarela, cercada de flores, na orla da Mata do Rocha. Mas 1964 reservava uma tragédia à família, e ao país. Mas o Golpe atingiu os Picanço Cardoso com particular virulência.

Macapá é a cidade natal do autor, que atua na mídia da Amazônia desde 1975 e, simultaneamente, na imprensa brasiliense, desde 1987. Ray Cunha, que escreve a coluna Enfoque Amazônico, neste site, vive, com sua esposa e filha, em Valparaíso de Goiás, nos arredores de Brasília.

Ray Cunha desloca sua narrativa da Belém cenário do conto Inferno Verde, do livro Trópico Úmido, para a sua Macapá. No universo amazônico, as duas cidades se distinguem pelo tamanho, população e importância política e econômica.

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    25/11/2004 0h00

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    A ação do romance começa com o Golpe Civil-Militar de 1964, que impôs ao país uma ditadura de 21 anos. O cenário é a Amazônia caribenha, a capital do antigo Território Federal do Amapá, a remota São José de Macapá, cidadela sitiada pela selva, pelo maior rio do mundo, pelo sol equatorial e pelas trevas do Golpe.

    A família Picanço Cardoso vivia feliz naquela casa amarela, cercada de flores, na orla da Mata do Rocha. Mas 1964 reservava uma tragédia à família, e ao país. Mas o Golpe atingiu os Picanço Cardoso com particular virulência.

    Macapá é a cidade natal do autor, que atua na mídia da Amazônia desde 1975 e, simultaneamente, na imprensa brasiliense, desde 1987. Ray Cunha, que escreve a coluna Enfoque Amazônico, neste site, vive, com sua esposa e filha, em Valparaíso de Goiás, nos arredores de Brasília.

    Ray Cunha desloca sua narrativa da Belém cenário do conto Inferno Verde, do livro Trópico Úmido, para a sua Macapá. No universo amazônico, as duas cidades se distinguem pelo tamanho, população e importância política e econômica.

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