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O caminho da Record

Arquivo Geral

11/12/2004 0h00

A Record armou um plano de ação. A sua direção tem como grande objetivo botar a emissora na briga por melhores índices e – no mais curto espaço de tempo possível – tirar o segundo lugar do SBT, para sair em busca da liderança. Ao que parece, dinheiro não falta. Muito pouco sobrou na rua da Várzea, no bairro da Barra Funda, em São Paulo, que até agora não foi integralizado ao capital da emissora. Os estúdios adquiridos anos atrás da antiga TV Jovem Pan, pertencente na época aos empresários João Carlos di Gênio e Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, foram ampliados graças à compra de vários outros imóveis vizinhos. A emissora continua sendo modernizada tecnicamente. A partir de agora todos os esforços, além de novos investimentos prometidos, se concentram na montagem de uma programação competitiva, em seus mais diferentes horários. Alguma coisa está decidida. O esporte e o jornalismo continuarão merecendo atenções especiais e deverão ampliar seus espaços. Um outro horário de novela também será aberto, com toda certeza no primeiro semestre de 2005. E ainda existe a possibilidade de se produzir pelo menos duas minisséries, com a primeira estreando em agosto, na faixa das onze da noite. É o que alguns dos seus dirigentes entendem como absolutamente necessário para, numa primeira etapa, tirar a vice-liderança do SBT. Não é um caminho fácil. Conquistar posições passa por algumas etapas, entre elas mudar o hábito de um bom número de pessoas. De qualquer maneira é louvável o trabalho colocado em prática pela sua direção, que deve, no mínimo, ser acompanhado com atenção pelas concorrentes diretas.

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