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O bom moço agora é um cafajeste

Arquivo Geral

05/07/2005 0h00

Luigi Baricelli sempre teve cara de bom moço. Por mais que ele já tenha feito outros vilões, como o ambicioso Zelito de Deus nos Acuda, o bom-caráter sempre o perseguiu. Aliás, foi vivendo um deles que o ator viu sua carreira decolar. Mas seu personagem atual está muito distante do adorável Fred de Laços de Família. Raul, de Alma Gêmea, não é flor que se cheire.

“Ele é um vilão articulado e vai enganar muita gente. Mas Raul vai passar por algumas transformações que podem mudar seu caráter”, diz Luigi, fazendo mistério sobre a trajetória de seu personagem na trama.

Como quase todo vilão, Raul vai esbanjar charme. Tanto que sua lista de conquistas não fica nada a dever ao protagonista da novela. Apesar de ser casado com Olívia (Drica Moraes), ele será amante de Dalila (Fernanda Machado), que vive posando de santinha para a família.

“Ele ainda vai se envolver com Kátia (Rita Guedes). A mulher mais desejada da cidade vai arrastar uma asinha para ele”, antecipa Luigi.

Soltando a vozDepois de três anos longe das novelas – seu último trabalho foi em Sabor da Paixão”, o ator diz que está voltando na hora certa. O afastamento, segundo ele, foi opcional: “Você tem que dar um tempo na sua imagem. Eu fiz um trabalho seguido do outro e assim a gente acaba não se reciclando. É muito bom voltar com um personagem com características completamente diferentes dos que já fiz”.

Luigi atuou no cinema, viajou o país fazendo teatro e descobriu uma nova vocação: o canto. Depois de participar do musical Evita, no Sul, o galã tomou gostou pela coisa: “Já havia cantado em karaokê e sabia que tinha uma boa voz. Se pudesse, eu seria cantor de ópera”.

No ano passado, Luigi Baricelli foi vítima de um assalto à mão armada na Tijuca. Até hoje, ele tenta esquecer o susto. Com medo da violência, chegou a pensar em se mudar para o exterior.

“A gente acaba pensando em morar fora, mas depois você se dá conta de que aqui é o lugar de trabalho. Cogitei passar uma temporada na Nova Zelândia, que tem índice quase zero de criminalidade”, conta o ator.

Prisioneiro Antes da novela, Luigi se dividia entre Rio e São Paulo. Agora, ele e a família se alojaram na Barra, de onde não costumam sair. “Tenho medo de atravessar os túneis da cidade. Se puder, não saio do meu bairro. Ficou muito perigoso estar na rua à noite”, explica o galã.

A preocupação com o lugar em que vive levou Luigi a aceitar o convite de aparecer no comercial do Governo do Estado do Rio de Janeiro. O ator foi alvo de críticas porque estaria apoiando o casal Rosinha e Garotinho.

“Eu não fiz o comercial para Rosinha. Existem duas coisas diferentes: um é o Estado do Rio de Janeiro e o outro é o Governo do Rio de Janeiro. Eu não faria campanha para ninguém. Estava lá para falar sobre o município de Macaé, sobre a Petrobrás e como estão gerando emprego”.

Para evitar mais dor de cabeça, Luigi não aceitará outro trabalho enquanto estiver fazendo a novela. Sua prioridade é ter qualidade de vida. “Quero poder fazer meu esporte, ir à praia de manhã antes de gravar. Fica mais fácil para mim e para todo mundo”, diz o ator.

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    05/07/2005 0h00

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    “Ele é um vilão articulado e vai enganar muita gente. Mas Raul vai passar por algumas transformações que podem mudar seu caráter”, diz Luigi, fazendo mistério sobre a trajetória de seu personagem na trama.

    Como quase todo vilão, Raul vai esbanjar charme. Tanto que sua lista de conquistas não fica nada a dever ao protagonista da novela. Apesar de ser casado com Olívia (Drica Moraes), ele será amante de Dalila (Fernanda Machado), que vive posando de santinha para a família.

    “Ele ainda vai se envolver com Kátia (Rita Guedes). A mulher mais desejada da cidade vai arrastar uma asinha para ele”, antecipa Luigi.

    Soltando a vozDepois de três anos longe das novelas – seu último trabalho foi em Sabor da Paixão”, o ator diz que está voltando na hora certa. O afastamento, segundo ele, foi opcional: “Você tem que dar um tempo na sua imagem. Eu fiz um trabalho seguido do outro e assim a gente acaba não se reciclando. É muito bom voltar com um personagem com características completamente diferentes dos que já fiz”.

    Luigi atuou no cinema, viajou o país fazendo teatro e descobriu uma nova vocação: o canto. Depois de participar do musical Evita, no Sul, o galã tomou gostou pela coisa: “Já havia cantado em karaokê e sabia que tinha uma boa voz. Se pudesse, eu seria cantor de ópera”.

    No ano passado, Luigi Baricelli foi vítima de um assalto à mão armada na Tijuca. Até hoje, ele tenta esquecer o susto. Com medo da violência, chegou a pensar em se mudar para o exterior.

    “A gente acaba pensando em morar fora, mas depois você se dá conta de que aqui é o lugar de trabalho. Cogitei passar uma temporada na Nova Zelândia, que tem índice quase zero de criminalidade”, conta o ator.

    Prisioneiro Antes da novela, Luigi se dividia entre Rio e São Paulo. Agora, ele e a família se alojaram na Barra, de onde não costumam sair. “Tenho medo de atravessar os túneis da cidade. Se puder, não saio do meu bairro. Ficou muito perigoso estar na rua à noite”, explica o galã.

    A preocupação com o lugar em que vive levou Luigi a aceitar o convite de aparecer no comercial do Governo do Estado do Rio de Janeiro. O ator foi alvo de críticas porque estaria apoiando o casal Rosinha e Garotinho.

    “Eu não fiz o comercial para Rosinha. Existem duas coisas diferentes: um é o Estado do Rio de Janeiro e o outro é o Governo do Rio de Janeiro. Eu não faria campanha para ninguém. Estava lá para falar sobre o município de Macaé, sobre a Petrobrás e como estão gerando emprego”.

    Para evitar mais dor de cabeça, Luigi não aceitará outro trabalho enquanto estiver fazendo a novela. Sua prioridade é ter qualidade de vida. “Quero poder fazer meu esporte, ir à praia de manhã antes de gravar. Fica mais fácil para mim e para todo mundo”, diz o ator.

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