O padrão de beleza brasileiro valoriza bumbum grande, empinado, à la Juliana Paes. Mas nem todas as mulheres nasceram com esse atributo. Para solucionar o problema, acaba de chegar em Brasília uma técnica com aspectos “milagrosos”, chamada gluteoplastia.
Trazido pelo cirurgião vascular Márcio Dantas de Menezes – que realiza a técnica desde 1993 e que atende também em Londrina, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo – o procedimento não exige internação, é feito sob anestesia local e o paciente sai do consultório pronto para realizar qualquer atividade. “Essas são as maiores vantagens em relação ao implante de prótese de silicone”, afirma o médico.
A técnica consiste em aplicar a substância metacril por meio de injeções nas áreas em que se quer aumento de volume. A paciente acompanha o processo acordada e vê tudo pelo espelho. As contra-indicações são em mulheres grávidas, lactantes, pessoas com febre ou problemas psicológicos.
O metacril age criando em torno dele uma “teia” de colágeno. Daí vem o crescimento da região. “Outra vantagem da gluteoplastia é que ela é imperceptível. A prótese de silicone deixa o bumbum com aspecto artificial”, explica Menezes.
O médico destaca vantagens também sobre a lipoescultura, técnica que retira gordura de um local e aplica em outro. “Injetar gordura no bumbum para aumentar a região tem duas desvantagens: aumento da celulite e a reabsorção da gordura depois de um tempo”. O médico garante que o metacril não é reabsorvido por causa da proteção de colágeno que se forma em torno dele.
O único fator que pode atrapalhar o resultado no futuro é o cigarro. Quem fuma mais de dois maços por dia pode ter o volume reduzido, porque as células que recolhem a sujeira da nicotina acabam levando partículas do metacril.
A advogada Lia Santos, de 23 anos, se submeteu ao procedimento e está feliz com o resultado. “Superou todas as minhas expectativas. Não ficou nenhuma cicatriz e o meu bumbum tá com aspecto de bumbum bem malhado”, disse. Lia aplicou 50 ml de cada lado e agora pensa em aplicar na panturrilha. Um dos incovenientes da técnica é o alto custo, que gira em torno de R$ 5 mil.