Menu
Promoções

Nova comédia em uma mesa de bar

Arquivo Geral

02/07/2004 0h00

Alexandre Ribondi estréia novo espetáculo hoje. É Você Não é Perfeita, Tchau!, uma comédia sobre relacionamentos entre homens e mulheres. No palco, o próprio Ribondi interpreta Valdenor, um empresário do ramo de rádio-táxi canastrão e inconveniente.

A atriz Simone Marcelo é Marina, uma mulher moderna, independente, ativista ecológica, funcionária de uma organização não-governamental. O espetáculo começa com o encontro dos dois em um bar.

Marina tomou um bolo de um paquera. Ele preferiu sair com amigos que conheceu na internet. Arrasada, ela começa a beber. Aí chega Valdenor. “Ele é o típico cara que acha que as velhas cantadas ainda colam nas mulheres. Ele não percebe que elas estão mudando”, conta Ribondi. E é esse o gancho da peça. Discutir até que ponto a modernidade feminina alterou as relações de conquista.

“Outro ponto que procuro levantar é a velocidade com que o jogo da sedução ocorre agora”, explica Ribondi, justificando a escolha do título. Ele explica que viu essa frase um dia na rua, grafitada. “Morri de rir e decidi que um dia usaria essa síntese da falta de paciência, da correria que rege as relações humanas hoje em dia”, pensa o autor. A censura é 12 anos.

    Você também pode gostar

    Nova comédia em uma mesa de bar

    Arquivo Geral

    02/07/2004 0h00

    Alexandre Ribondi estréia novo espetáculo hoje. É Você Não é Perfeita, Tchau!, uma comédia sobre relacionamentos entre homens e mulheres. No palco, o próprio Ribondi interpreta Valdenor, um empresário do ramo de rádio-táxi canastrão e inconveniente.

    A atriz Simone Marcelo é Marina, uma mulher moderna, independente, ativista ecológica, funcionária de uma organização não-governamental. O espetáculo começa com o encontro dos dois em um bar.

    Marina tomou um bolo de um paquera. Ele preferiu sair com amigos que conheceu na internet. Arrasada, ela começa a beber. Aí chega Valdenor. “Ele é o típico cara que acha que as velhas cantadas ainda colam nas mulheres. Ele não percebe que elas estão mudando”, conta Ribondi. E é esse o gancho da peça. Discutir até que ponto a modernidade feminina alterou as relações de conquista.

    “Outro ponto que procuro levantar é a velocidade com que o jogo da sedução ocorre agora”, explica Ribondi, justificando a escolha do título. Ele explica que viu essa frase um dia na rua, grafitada. “Morri de rir e decidi que um dia usaria essa síntese da falta de paciência, da correria que rege as relações humanas hoje em dia”, pensa o autor. A censura é 12 anos.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado