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Nova clínica de citogenética

Arquivo Geral

06/07/2004 0h00

Com o corre-corre dos tempos modernos, as mulheres estão assumindo cada vez mais responsabilidades no mercado de trabalho e deixando para ter filhos mais tarde. Isso faz com que haja um aumento do risco de distúrbios dos cromossomos, o que pode prejudicar o desenvolvimento do feto. Para que as gestantes tenham um pré-natal mais seguro, o Laboratório Sabin inaugurou, no Edifício Via Brasil, localizado na 710/910 Sul, a primeira clínica de Citogenética e Biologia Molecular de Brasília.

A Citogenética é o estudo da estrutura, patologia, função e comportamento dos cromossomos, estruturas biologicamente importantes, pois contêm a informação genética da espécie. Os exames que estão sendo realizados no Sabin Via Brasil detectam, ainda em fase embrionária, problemas de malformação que podem vir a trazer risco de vida para a mãe ou acarretar doenças no feto, como Síndrome de Down.

Dentre as indicações mais comuns para o exame estão gestantes em idade avançada, já que a freqüência de trissomias (alterações cromossômicas) aumenta exponencialmente a partir dos 35 anos; marcadores sorológicos anormais; mães com criança com alteração cromossômica; anormalidade cromossômica parental e gestantes com história de abortos espontâneos. Isso porque, em pelo menos 50% dos abortos espontâneos precoces, o feto é portador de anormalidade cromossômica, metade destes com trissomias.

A bióloga Sandra Regina Quintino, responsável por esses exames no Sabin, explica que os testes podem ser realizados a partir da 10º semana de gestação, mas só a partir da 14ª semana é possível coletar o líquido e realizar um estudo mais detalhado das condições do feto. O resultado do exame feito ainda na 10ª semana fica pronto de sete a dez dias e do líquido amniótico, em 20 a 30 dias. “O índice de aproveitamento desse material gira em torno de 94%”, acrescenta a dra. Quintino. Em todo caso, se a paciente optar por repetir o exame não terá nenhum custo adicional. A bióloga diz que o risco de abortamento durante a pulsão existe, mas é pequeno. “Gira em torno de 0,5% dos casos”, enfatiza.

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    A Citogenética é o estudo da estrutura, patologia, função e comportamento dos cromossomos, estruturas biologicamente importantes, pois contêm a informação genética da espécie. Os exames que estão sendo realizados no Sabin Via Brasil detectam, ainda em fase embrionária, problemas de malformação que podem vir a trazer risco de vida para a mãe ou acarretar doenças no feto, como Síndrome de Down.

    Dentre as indicações mais comuns para o exame estão gestantes em idade avançada, já que a freqüência de trissomias (alterações cromossômicas) aumenta exponencialmente a partir dos 35 anos; marcadores sorológicos anormais; mães com criança com alteração cromossômica; anormalidade cromossômica parental e gestantes com história de abortos espontâneos. Isso porque, em pelo menos 50% dos abortos espontâneos precoces, o feto é portador de anormalidade cromossômica, metade destes com trissomias.

    A bióloga Sandra Regina Quintino, responsável por esses exames no Sabin, explica que os testes podem ser realizados a partir da 10º semana de gestação, mas só a partir da 14ª semana é possível coletar o líquido e realizar um estudo mais detalhado das condições do feto. O resultado do exame feito ainda na 10ª semana fica pronto de sete a dez dias e do líquido amniótico, em 20 a 30 dias. “O índice de aproveitamento desse material gira em torno de 94%”, acrescenta a dra. Quintino. Em todo caso, se a paciente optar por repetir o exame não terá nenhum custo adicional. A bióloga diz que o risco de abortamento durante a pulsão existe, mas é pequeno. “Gira em torno de 0,5% dos casos”, enfatiza.

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