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Nos bastidores do teatro

Arquivo Geral

13/02/2005 0h00

Os primeiros cinco episódios do Terceiro Sinal vão retratar os bastidores e as histórias dos grupos Armazém Companhia de Teatro, Companhia dos Atores, Grupo Nós do Morro, Os F. Privilegiados e o Tá na Rua.

“Como ator, acabo respondendo muito às mesmas perguntas. Minha preocupação no Terceiro Sinal era não me tornar óbvio e repetitivo. Ao mesmo tempo, tinha umas perguntas-chave que eu não podia deixar de fazer”, conta Eduardo.

A idéia do programa não pára por aí. Além dos cinco episódios já prontos, Du deve participar de outra leva. “A gente queria regionalizar o programa, mostrando grupos de fora do Rio, como o mineiro Galpão.”

Entre uma novela e outra, Eduardo tem feito muito teatro. Antes de Senhora do Destino, estava em turnê com Tartufo, o beato mau-caráter e dissimulado da peça de Molière.

A barba sem bigode que acabou incorporando ao Reginaldo já era sua caracterização para a peça. “O Tartufo foi minha preparação para o Reginaldo, que também tem um desvio de caráter. A gente sempre busca em um personagem coisas para outro. Me interessava trabalhar com essa imagem suja.”

Em março, estréia Bendito Fruto, comédia de Sérgio Goldenberg. No filme, Eduardo é um ator gay de novela das oito, que namora o filho de um cabeleireiro (Otávio Augusto) com sua empregada (Zezeh Barbosa). “É um recorte da classe média de Botafogo, com crítica social, mas muito agradável”, conta Eduardo, que também fez um gay na peça Norma, em que contracenava com Ana Lúcia Torre.

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    13/02/2005 0h00

    Os primeiros cinco episódios do Terceiro Sinal vão retratar os bastidores e as histórias dos grupos Armazém Companhia de Teatro, Companhia dos Atores, Grupo Nós do Morro, Os F. Privilegiados e o Tá na Rua.

    “Como ator, acabo respondendo muito às mesmas perguntas. Minha preocupação no Terceiro Sinal era não me tornar óbvio e repetitivo. Ao mesmo tempo, tinha umas perguntas-chave que eu não podia deixar de fazer”, conta Eduardo.

    A idéia do programa não pára por aí. Além dos cinco episódios já prontos, Du deve participar de outra leva. “A gente queria regionalizar o programa, mostrando grupos de fora do Rio, como o mineiro Galpão.”

    Entre uma novela e outra, Eduardo tem feito muito teatro. Antes de Senhora do Destino, estava em turnê com Tartufo, o beato mau-caráter e dissimulado da peça de Molière.

    A barba sem bigode que acabou incorporando ao Reginaldo já era sua caracterização para a peça. “O Tartufo foi minha preparação para o Reginaldo, que também tem um desvio de caráter. A gente sempre busca em um personagem coisas para outro. Me interessava trabalhar com essa imagem suja.”

    Em março, estréia Bendito Fruto, comédia de Sérgio Goldenberg. No filme, Eduardo é um ator gay de novela das oito, que namora o filho de um cabeleireiro (Otávio Augusto) com sua empregada (Zezeh Barbosa). “É um recorte da classe média de Botafogo, com crítica social, mas muito agradável”, conta Eduardo, que também fez um gay na peça Norma, em que contracenava com Ana Lúcia Torre.

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