O ritmo da produção do cinema nacional vai bem e comprova sua boa forma com a chegada de A Selva, hoje, aos cinemas. Ao lado dos recém-lançados Casa de Areia e Quase Dois Irmãos e o infantil Tainá 2 – que permanecem em cartaz – A Selva completa a safra de longas-metragens brasileiros no primeiro semestre do ano. O filme dirigido por Leonel Vieira leva à telona o romance homônimo de Ferreira de Castro. A história relata a desventura épica do jovem português Alberto (Diogo Morgado). Em 1912, ele está exilado em Belém do Pará. Por meio da influência de seu tio, ele é contratado para trabalhar no seringal do senhor Juca Tristão, no coração da selva amazônica. Após uma longa viagem pelo Rio Amazonas, Alberto aporta no Seringal Paraíso para trabalhar na extração de borracha, sob proteção do cearense Firmino (Chico Diaz). Depois de um difícil período no seringal, Alberto é transferido para o armazém. Lá, começa a conviver diretamente com o gerente Guerreiro (Gracindo Júnior) e sua bela mulher Yayá (Maitê Proença). Mal sabia ele que o maior conflito que lhe aguardava não estava no coração da selva e, sim, no proibido romance com Yayá.