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Nicolas Behr na Fnac

Arquivo Geral

10/08/2004 0h00

Hoje na Livraria Fnac, às 19h, será lançado o livro eu engoli Brasília (R$ 30), sobre o poeta Nicolas Behr. A obra tem textos de Carlos Marcelo e ensaio fotográfico de Ricardo B. Labastier. Na ocasião, os atores Adriano Siri e Guilherme Reis (Melhores do Mundo) declamarão alguns poemas do autor.

O primeiro volume da coleção Brasilienses tem 50 poemas antigos e 25 inéditos de Behr. No lançamento será aberta ainda a exposição do fotógrafo Ricardo B. Labastier com 40 imagens. “A idéia é lançar um livro a cada semestre, sobre uma personalidade artística, que mesmo não tendo nascido aqui, constrói de alguma forma, a identidade cultural da cidade”, observa Marcelo.

Behr é um poeta conhecido por seu utopismo e sua paixão pelas letras. Seu idealismo literário o leva a sair pelos bares vendendo os livros e divulgando seu trabalho. “O resultado do livro foi muito próximo do que eu queria, condensa minha história”, diz Behr.

Na percepção do poeta e jornalista Luis Turiba, Nicolas foi um dos artífices de uma leitura “inédita, radical e extraordinária” de Brasília, referindo-se à época em que a juventude não agüentava mais ficar nos apartamentos dos blocos e desceu para tomar as ruas. “O livro não é exatamente sobre Nicolas Behr. É sobre sua relação com a cidade”, finaliza Carlos Marcelo.

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    10/08/2004 0h00

    Hoje na Livraria Fnac, às 19h, será lançado o livro eu engoli Brasília (R$ 30), sobre o poeta Nicolas Behr. A obra tem textos de Carlos Marcelo e ensaio fotográfico de Ricardo B. Labastier. Na ocasião, os atores Adriano Siri e Guilherme Reis (Melhores do Mundo) declamarão alguns poemas do autor.

    O primeiro volume da coleção Brasilienses tem 50 poemas antigos e 25 inéditos de Behr. No lançamento será aberta ainda a exposição do fotógrafo Ricardo B. Labastier com 40 imagens. “A idéia é lançar um livro a cada semestre, sobre uma personalidade artística, que mesmo não tendo nascido aqui, constrói de alguma forma, a identidade cultural da cidade”, observa Marcelo.

    Behr é um poeta conhecido por seu utopismo e sua paixão pelas letras. Seu idealismo literário o leva a sair pelos bares vendendo os livros e divulgando seu trabalho. “O resultado do livro foi muito próximo do que eu queria, condensa minha história”, diz Behr.

    Na percepção do poeta e jornalista Luis Turiba, Nicolas foi um dos artífices de uma leitura “inédita, radical e extraordinária” de Brasília, referindo-se à época em que a juventude não agüentava mais ficar nos apartamentos dos blocos e desceu para tomar as ruas. “O livro não é exatamente sobre Nicolas Behr. É sobre sua relação com a cidade”, finaliza Carlos Marcelo.

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