CARREIRA – A sorte também foi uma grande aliada para Fábio Assunção. Ao assistir a uma peça, o ator conheceu o responsável pelo elenco da Globo de São Paulo, que lhe sugeriu levar uma foto e um currículo à emissora. “Foi muito louco. Televisão era uma coisa muito distante para mim. Dias depois o diretor Paulo Ubiratan (que morreu em 1998) me ligou chamando para um teste. Tinha uns cem caras, mas passei”.
NOVIDADE – “Não vim para o Rio com medo. Vim achando que era meu caminho. Não fiquei deslumbrado nem temeroso. Só me preocupei quando a novela estava chegando ao fim, porque não sabia o que aconteceria. Mas Jorginho (o diretor Jorge Fernando) me ligou, chamando para fazer Vamp. Depois Wolf (o diretor Wolf Maia) me chamou para fazer a peça Blue Jeans. E não parei mais”, conta o ator, que já tem 15 anos de profissão.
RAPIDEZ – “Sempre levei muita fé na carreira e nunca a vi como um trampolim para abrir um negócio. A carreira foi meteórica, mas conquistada. Não ganhei um Big Brother. Acredito na profissão, sempre tive romantismo de retratar o ser humano. Que bom que a oportunidade veio rápido, porque tenho muito coisa a realizar”, defende Fábio.