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Na vida real, ele não gosta da idéia de sair de férias

Arquivo Geral

07/11/2004 0h00

Ao contrário da maioria dos mortais, Henri afirma que não gosta de férias. “Não tiro nunca. Sou muito novo para isso. Com o fim de Celebridade, continuei fazendo desfiles por todo o Brasil. É o trabalho que mais gosto de fazer fora da TV. É bem tranqüilo e você ainda conhece outros lugares. Depois que fiz o São Paulo Fashion Week, fui convidado para um monte de desfiles”. Natural: ele tem bom porte.

Adepto de um programa leve, o ator afirma que é muito caseiro. “Gosto de arrumar a casa, principalmente o quarto”, diz, destacando o futebol como uma das poucas diversões que faz fora do ambiente caseiro.

O fato de Henri Castelli ser tão caseiro tem explicação: medo da violência. Tanto que está mudando para outro estado. “Ano que vem vou para Vinhedo, interior de São Paulo”, conta. “Quero um lugar mais tranqüilo, não agüento mais tanta violência”. Mas ele vai manter o apartamento no Rio de Janeiro.

Em Como Uma Onda, J.J. vai ser trocado por outro. Henri fornece mais detalhes: “Nina (Alinne Moraes) e J.J. começam juntos e até se casam, mas ela se apaixona pelo português Daniel (Ricardo Pereira). E J.J. passa a encher muito o saco deles”.

O ator revela ter ficado atraído por J.J. justamente por ele ser mau. “Essa coisa de botar medo nas pessoas, ser irônico, tratar os outros igual a cachorro, isso é legal por ser bem a cara do vilão, que se acha Deus”, analisa Henri Castelli, que só vai pegar leve quando se apaixonar pela personagem de Alinne Moraes. “É o único momento em que ele fica mais humano”.

Henri já sabe o quanto será odiado, pois J.J. vai tratar mal as crianças, principalmente Rubico (Arthur Lopes), filho de sua irmã, Encarnação (Bianca Byington). “Quando se mexe com criança e idoso, as pessoas ficam com raiva”, já antevê. “Ele odeia o moleque porque é filho de Sandoval (Herson Capri), um desafeto dele. Não tem paciência com Rubico, a quem trata igual a um nazista”.

O objetivo de J.J. é comprar a aldeia de pescadores, liderados por Amarante (Kadu Moliterno), para construir um resort. Mas Amarante não quer vendê-la, o que o torna inimigo do empresário. “Num dia chuvoso, Amarante precisa ir ao mar para salvar seu filho e pede emprestado a J.J. um de seus barcos, que são melhores”, antecipa. “Ele não empresta, Amarante vai num barco pequeno e desaparece. Ou seja, facilito a tragédia intencionalmente”.

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    07/11/2004 0h00

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    Adepto de um programa leve, o ator afirma que é muito caseiro. “Gosto de arrumar a casa, principalmente o quarto”, diz, destacando o futebol como uma das poucas diversões que faz fora do ambiente caseiro.

    O fato de Henri Castelli ser tão caseiro tem explicação: medo da violência. Tanto que está mudando para outro estado. “Ano que vem vou para Vinhedo, interior de São Paulo”, conta. “Quero um lugar mais tranqüilo, não agüento mais tanta violência”. Mas ele vai manter o apartamento no Rio de Janeiro.

    Em Como Uma Onda, J.J. vai ser trocado por outro. Henri fornece mais detalhes: “Nina (Alinne Moraes) e J.J. começam juntos e até se casam, mas ela se apaixona pelo português Daniel (Ricardo Pereira). E J.J. passa a encher muito o saco deles”.

    O ator revela ter ficado atraído por J.J. justamente por ele ser mau. “Essa coisa de botar medo nas pessoas, ser irônico, tratar os outros igual a cachorro, isso é legal por ser bem a cara do vilão, que se acha Deus”, analisa Henri Castelli, que só vai pegar leve quando se apaixonar pela personagem de Alinne Moraes. “É o único momento em que ele fica mais humano”.

    Henri já sabe o quanto será odiado, pois J.J. vai tratar mal as crianças, principalmente Rubico (Arthur Lopes), filho de sua irmã, Encarnação (Bianca Byington). “Quando se mexe com criança e idoso, as pessoas ficam com raiva”, já antevê. “Ele odeia o moleque porque é filho de Sandoval (Herson Capri), um desafeto dele. Não tem paciência com Rubico, a quem trata igual a um nazista”.

    O objetivo de J.J. é comprar a aldeia de pescadores, liderados por Amarante (Kadu Moliterno), para construir um resort. Mas Amarante não quer vendê-la, o que o torna inimigo do empresário. “Num dia chuvoso, Amarante precisa ir ao mar para salvar seu filho e pede emprestado a J.J. um de seus barcos, que são melhores”, antecipa. “Ele não empresta, Amarante vai num barco pequeno e desaparece. Ou seja, facilito a tragédia intencionalmente”.

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