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Na cama com Meg Ryan

Arquivo Geral

03/05/2004 0h00

A atriz americana Meg Ryan há muito precisava de um papel assim, forte, sem aquele estigma de mocinha bonita e certinha, com roupas em tons pastéis e que conquista moços boa-pinta como Tom Hanks e Nicholas Cage.

No mais novo filme dirigido por Jane Campion, Em Carne Viva (In The Cut), em cartaz nos cinemas da cidade, Meg Ryan, no alto de seus 44 anos, é a charmosa Frannie Averey, uma professora de Literatura que vive intensamente a poesia. Vista de perto é, na verdade, uma mulher solitária que tem na meio-irmã, Pauline, a também talentosa atriz Jennifer Jason Leigh, a única amiga.

As cenas iniciais até enganam por remeterem a uma Nova York intimista, de fim de outono. Mas tudo muda quando a fotografia dá lugar às sombras e ao clima tenso, que acompanha sucessivos assassinatos de mulheres nos arredores da casa de Frannie. Enquanto isso, o detetive Giovanni Malloy, interpretado por Mark Ruffalo, tenta decifrar os crimes e, ao mesmo tempo, conquistar a confiança da bela Frannie.

Outra revelação, além de Meg Ryan em seu papel mais sexy, é a direção da australiana Jane Campion, consagrada no delicado filme O Piano, que levou o Oscar de melhor atriz para Holly Hunter e roteiro original, em 1993. Jane reedita uma heroína feminista (Ryan) que consegue andar com suas próprias pernas, assim como a Ada, de Holly Hunter.

Acrescente à revelação da loirinha cenas verdadeiramente picantes de sexo e violência. Ou seja, um filme que pode agradar por ser um suspense inusitado, com final idem. Vale um lembrete: para assistir, é preciso ter estômago, pois o título, Em Carne Viva, não é dado em vão.

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    Na cama com Meg Ryan

    Arquivo Geral

    03/05/2004 0h00

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    No mais novo filme dirigido por Jane Campion, Em Carne Viva (In The Cut), em cartaz nos cinemas da cidade, Meg Ryan, no alto de seus 44 anos, é a charmosa Frannie Averey, uma professora de Literatura que vive intensamente a poesia. Vista de perto é, na verdade, uma mulher solitária que tem na meio-irmã, Pauline, a também talentosa atriz Jennifer Jason Leigh, a única amiga.

    As cenas iniciais até enganam por remeterem a uma Nova York intimista, de fim de outono. Mas tudo muda quando a fotografia dá lugar às sombras e ao clima tenso, que acompanha sucessivos assassinatos de mulheres nos arredores da casa de Frannie. Enquanto isso, o detetive Giovanni Malloy, interpretado por Mark Ruffalo, tenta decifrar os crimes e, ao mesmo tempo, conquistar a confiança da bela Frannie.

    Outra revelação, além de Meg Ryan em seu papel mais sexy, é a direção da australiana Jane Campion, consagrada no delicado filme O Piano, que levou o Oscar de melhor atriz para Holly Hunter e roteiro original, em 1993. Jane reedita uma heroína feminista (Ryan) que consegue andar com suas próprias pernas, assim como a Ada, de Holly Hunter.

    Acrescente à revelação da loirinha cenas verdadeiramente picantes de sexo e violência. Ou seja, um filme que pode agradar por ser um suspense inusitado, com final idem. Vale um lembrete: para assistir, é preciso ter estômago, pois o título, Em Carne Viva, não é dado em vão.

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