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Músicos querem criação de agência nacional

Arquivo Geral

26/10/2004 0h00

Os músicos de Brasília têm encontro marcado com os colegas de profissão, hoje à noite, no auditório da Escola de Música de Brasília (EMB), na 602 Sul. Mas, não é para nenhum show ou concerto. O objetivo do encontro é debater o futuro da música brasileira, assim como vem ocorrendo em outras cidades. As artistas Cristina Saraiva e Ana Terra estarão presentes, como representantes do movimento do Rio de Janeiro.

“A idéia é fazer uma mobilização nacional. Nós queremos criar o conselho nacional de música, que seria o embrião de uma agência que, para trabalhar, precisa ter verba própria”, explica Rênio Quintas, músico da cidade.

A articulação começou no Rio de Janeiro, com apoio de nomes como Ivan Lins, Francis Hime, Fernanda Abreu, Charles Gavin, entre outros. Seguiu para São Paulo, onde a primeira reunião ocorreu na sexta-feira passada. De Brasília, seguirá para o Nordeste, em cidades como Fortaleza, onde o movimento musical é muito forte.

“Nós não podemos deixar a música, nosso principal patrimônio cultural, a reboque de qualquer iniciativa”, pensa Rênio Quintas. Por isso, uma comissão irá reivindicar junto ao Ministério da Cultura, políticas públicas para a música brasileira, no sentido de ampliar sua produção, democratizar o acesso a ela, apoiar sua exportação, atualizá-la em relação às novas tecnologias e, sobretudo, reinserí-la na sociedade por meio da educação.

“Queremos, por exemplo, que a música volte a fazer parte do currículo escolar”, adianta Rênio Quintas. A reunião está marcada para as 19h30 e tem como público-alvo todos os profissionais da música.

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    26/10/2004 0h00

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    “A idéia é fazer uma mobilização nacional. Nós queremos criar o conselho nacional de música, que seria o embrião de uma agência que, para trabalhar, precisa ter verba própria”, explica Rênio Quintas, músico da cidade.

    A articulação começou no Rio de Janeiro, com apoio de nomes como Ivan Lins, Francis Hime, Fernanda Abreu, Charles Gavin, entre outros. Seguiu para São Paulo, onde a primeira reunião ocorreu na sexta-feira passada. De Brasília, seguirá para o Nordeste, em cidades como Fortaleza, onde o movimento musical é muito forte.

    “Nós não podemos deixar a música, nosso principal patrimônio cultural, a reboque de qualquer iniciativa”, pensa Rênio Quintas. Por isso, uma comissão irá reivindicar junto ao Ministério da Cultura, políticas públicas para a música brasileira, no sentido de ampliar sua produção, democratizar o acesso a ela, apoiar sua exportação, atualizá-la em relação às novas tecnologias e, sobretudo, reinserí-la na sociedade por meio da educação.

    “Queremos, por exemplo, que a música volte a fazer parte do currículo escolar”, adianta Rênio Quintas. A reunião está marcada para as 19h30 e tem como público-alvo todos os profissionais da música.

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